Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Red Bull sai na frente na pré-temporada

Dias ao Volante
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O ano da F-1 teve início nesta segunda-feira, na primeira sessão da primeira fase da pré-temporada, no circuito de Montmeló, na Espanha. O australiano Daniel Ricciardo, da Red Bull, foi o mais rápido, seguido pelos carros das favoritas Mercedes, com o finlandês Valtteri Bottas em segundo, e o também finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, em terceiro.
Nesta primeira parte da pré-temporada, os testes vão até quinta desta semana. Depois, os carros voltam à mesma pista para a segunda fase de treinamentos, também de segunda a quinta, da próxima semana. A primeira etapa do Mundial está marcada para o dia 25 de março, na Austrália.
O alemão Nico Hulkenberg andou perto dos três primeiros nesta segunda e fez muitos elogios ao novo carro da Renault. O espanhol Fernando Alonso teve uma roda solta no treino da manhã e perdeu muito tempo para mostrar o potencial do bólido da McLaren agora equipado com motor Renault. O bicampeão voltou à pista mais tarde e finalizou o dia em quinto. A Force India, ainda com o mesmo nome de equipe, apresentou seu novo carro já no circuito espanhol, nesta segunda.
Choveu à tarde em Montmeló, e as equipes apenas testaram com pneus biscoitos, sem preocupação com o tempo de volta. Apesar de estarem mais pesados em relação aos carros do ano passado, os bólidos de agora foram mais rápidos no primeiro dia da pré-temporada em comparação ao primeiro dia de 2017, mais de um segundo e meio abaixo. O melhor tempo no ano passado foi registrado por Raikkonen no último dia de treino da segunda sessão da pré-temporada, com 1min18s634.

Os tempos de segunda-feira:
1. Ricciardo, Red Bull, 1:20:179 - 77 voltas
2. Bottas, Mercedes, 1:20:349 - 58
3. Raikkonen, Ferrari, 1:20:506 - 80
4. Hulkenberg, Renault, 1:20:547 - 73
5. Alonso, McLaren, 1:21:339 - 48
6. Sainz Jr., Renault, 1:22:168 - 26
7. Hamilton, Mercedes, 1:22:327 - 25
8. Hartley, Toro Rosso, 1:22:371 - 93
9. Stroll, Williams, 1:22:452 - 46
10. Grosjean, Haas, 1:22:578 - 55
11. Ericsson, Sauber, 1:23:408 - 63
12. Mazepin, Force Índia, 1:25:528 - 22
13. Sirotkin, Williams, 1:44:148 - 26



A limpeza da nova McLaren

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A McLaren finalmente mostrou o MCL33, o novo carro da equipe inglesa para a temporada deste ano, nesta sexta-feira, na Inglaterra. Apesar de ter afirmado que não usaria o tradicional laranja no modelo deste ano, a escuderia cedeu aos pedidos dos fãs da marca e resolveu usar a cor de fundação do time, feita pelo neozelandês Bruce McLaren na década de 60. E radicalizou mais: utilizou também o azul em alguns detalhes do carro, como no seu ano de estreia na F-1, em 66.
Segundo a equipe e Fernando Alonso, o MCL33 não é uma revolução, mas uma evolução do modelo do ano passado, quando era equipado com motor Honda, agora na Toro Rosso. O piloto espanhol disse na apresentação que está ansioso para estar atrás do volante "depois de três meses longe de um carro da F-1".
A McLaren usa motores da Renault pela primeira vez em sua história. No entanto, se o motor francês é uma novidade para a britânica McLaren, não é para Alonso. O espanhol conquistou seus dois títulos na equipe Renault, em 2005 e 2006.
Eu sempre comentei que o problema da McLaren/Honda na Era moderna era mesmo o motor japonês, porque carro a equipe inglesa sempre soube fazer. Visualmente, o MCL33 chama atenção pela incrível "limpeza" de suas linhas. Torço, e muito, para que a McLaren e Alonso voltem a disputar no pelotão da frente.



Novas Mercedes e Ferrari

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Mercedes e Ferrari não são apenas as duas maiores rivais na atualidade. As duas equipes deram um passo à frente das demais nesta quinta-feira apresentando seus novos carros com a presença de seus pilotos e demais integrantes dos times. Como antigamente.
Primeiro foi a Mercedes, revelando o W09. Depois da cerimônia para a imprensa, o carro foi levado para a pista de Silverstone, para um rápido shake down, com Valtteri Bottas pela manhã e Lewis Hamilton há tarde. O inglês tetracampeão disse uma frase que pode colocar as equipes pretendentes a lutar pelo título de cabelo em pé:
- É melhor do que o carro do ano passado em todos os aspectos.
Poucas horas depois do W09 foi a vez de a Ferrari mostrar, na Itália, o SF71H, com os pilotos Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen e também a equipe. O carro é uma evolução em relação ao do ano passado. No visual, a nova Ferrari se diferencia sobre todas as últimas pelo uso total do vermelho, inclusive no aerofólio dianteiro e na tomada de ar do motor. O branco está apenas em uma nova peça de prolongamento da tomada de ar.
Aliás, com a proibição da barbatana, as equipes estão utilizando esta peça, uma espécie de aleta de prolongamento da tomada, o que comprova que todas se espionam.
O shake down da Ferrari será feito no domingo, um dia antes do início da pré-temporada.
Nesta sexta, será a vez da McLaren apresentar seu novo carro, agora equipado com motor Renault. A curiosidade maior em torno da equipe inglesa é como ela vem "envelopada". A escuderia já adiantou que não usará a cor laranja.



Nova Toro Rosso aparece de adianto

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Depois de fotos terem sido vazadas na internet, a Toro Rosso revolveu ela própria antecipar a divulgação do novo carro, o STR13, previsto para aparecer apenas na segunda-feira, dia 26, quando, aliás, se iniciam os primeiros treinos da pré-temporada, em Barcelona.
O neozelandês fez um shake down do STR13, abaixo de chuva, no circuito de Misano, na Itália. Portanto, tá aí a nova Toro Rosso.
Nesta quinta, Mercedes e Ferrari, é, as duas, mostram seus novos modelos.



Novos de Sauber e Renault

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A terça-feira de lançamentos na F-1 foi com os novos modelos da suíça Sauber e da francesa Renault. A primeira do dia foi a equipe do sueco Marcus Ericsson e do monecasco Charles Leclerc, agora chamada de Alfa Romeo Sauber, com o C37.
Depois, foi a vez do time do alemão Nico Hulkenberg e do espanhol Carlos Sainz Jr., com o R.S.18. Anotem aí: se este carro for bom, a Renault incomodarará neste ano. É uma grande dupla de pilotos.
Mercedes e Ferrari mostrarão suas máquinas na quinta.



A nova joia de Newey

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A Red Bull apresentou nesta segunda-feira o carro para o Mundial de 2018, o RB14, totalmente projetado por Adrian Newey, o que é um senhor aval para colocar a equipe austríaca no rumo do título com Mercedes e Ferrari. A escuderia mostrou o carro pela internet e, logo depois, foi levado para um shake down em Silverstone com Daniel Ricciardo. Tecnicamente, nada pode-se falar dos novos carros, pois as apresentações estão cada vez mais fechadas na Fórmula-1. Somente a partir do próximo dia 26, com o início da pré-temporada, em Montmeló, se poderá ter alguma noção de como as equipes estão parea a temporada. E olhe lá!
Não estranha as cores da nova Red Bull. Esta pintura estranha estará apenas nos testes da pré-temporada. Os nomes Aston Martin e Esso, no entanto, estarão pintados nos carros de Ricciardo e Max Verstappen durante todo o ano.



Os novos autinhos

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Haas e Williams foram as primeiras equipes a apresentar seus novos carros para a temporada, 35 quilos mais pesados, sem a barbatana e asinha T sobre a tomada de ar do motor e o Halo de proteção da cabeça do piloto, conforme prevê o novo regulamento da F-1.
O carro da Haas, de Romain Grosjean e Kevin Magnussen, é o VF-18, equipado com motor Ferrari. O modelo da Williams, de Lance Stroll e Sergey Sirotkin, é o FW41, equipado com motor Mercedes.

O calendário de apresentação dos novos carros segue assim:
Próxima segunda-feira – RB14, da Red Bull.
Terça – R.S.18, da Renault, e C37, da Sauber.
Quinta - Novo da Ferrari, ainda sem nome, e F1W09, da Mercedes.
Sexta – MCL33, da McLaren.
Domingo, dia 25 - Novo da Force India, equipe e carro ainda sem nome.
Segunda, dia 26 – STR13, da Toro Rosso, mesmo dia do primeiro dia da pré-temporada.



De onde vem os recordistas

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Publicado originalmente no site Esporte de Fato, do meu irmão do Rio Luiz Humberto - A temporada 2018 da Fórmula-1 traz de volta ao calendário dois dos mais tradicionais países do mundo da velocidade, Alemanha e França. O primeiro – por conta da falência do circuito de Nürburgring -, reaparece de dois em dois anos, pois os dirigentes de Hockenheim alegam também a falta de grana para não sediar o GP da Alemanha todos os anos.
Já a etapa francesa, uma das sete corridas do primeiro campeonato, em 1950, está distante do Mundial desde 2008, na prova disputada no circuito de Magny-Cours, com vitória de Felipe Massa, de Ferrari. Ninguém sabe ao certo o porquê do longo intervalo de uma década sem o GP da França. Mas uma certeza está no ar: a corrida volta neste ano em Paul Ricard, autódromo que agora pertence ao titio Bernie Ecclestone, ex-manda-chuva do circo.
O retorno dos GPs só não é mais importante que os títulos dos dois países no campeonato de pilotos, o mais significativo da Fórmula 1, pois o de construtores interessa mesmo apenas aos integrantes da equipe campeã de cada ano, não ao público.
Apesar de serem pilares do automobilismo – com os circuitos de Nürburgring e Hockenheim (os grandes, antigos), especialmente o de Nordschleife com seus 22 quilômetros de extensão, e a equipe Mercedes pelo lado alemão, e as pistas de Reims, Clermont Ferrand e o próprio Paul Ricard e a escuderia Renault pelo lado francês -, ambos países só conseguiriam conquistar o campeonato na segunda parte dos anos 80.
O Brasil, por exemplo, celebrou seu primeiro triunfo, com Emerson Fittipaldi em 72, 13 anos antes de Alain Prost colocar a França na galeria de campeões da F-1. E apenas o pequenino "Professor", arqui-inimigo de Ayrton Senna, representa a França nesse espaço de glórias, com seus quatro títulos, ante os oito do Brasil.
A Alemanha teve de esperar outra década além dos franceses para levantar uma taça. Pioneiros no automobilismo, juntamente com a Inglaterra, Italia e a França, os alemães só chegariam lá com Michael Schumacher, em 94.
Entretanto, as sementes do heptacampeão germânico resultaram em outros dois nomes vitoriosos, o tetra Sebastian Vettel e Nico Rosberg, campeão em 2016. Schumacher e seus "discípulos" foram tão competentes que, em pouco mais de 20 anos, conseguiram colocar seu país como o maior ganhador de campeonatos, 12, ao lado da Inglaterra.
Prost foi também o primeiro colecionador de números expressivos na Fórmula 1, recordes todos pulverizados por Schumacher nos anos seguinte à aposentadoria do francês. Por muito tempo, as 27 vitórias do escocês Jackie Stewart permaneceram como uma marca improvável de ser superada.
Em 87, bicampeão com a McLaren, Prost deixaria Stewart finalmente para trás ao vencer o GP de Portugal e chegar a 28 vitórias, 14 anos após o escocês ter parado de correr. "Aberta a porteira", passou uma boiada, com Schumacher (91), Lewis Hamilton (62), Prost (51), Vettel (47), Senna (41) e Nigel Mansell deixando o velho Stewart a engolir poeira.
O circo e sua plateia saúdam com veemência a volta da França e da Alemanha ao calendário. Com relação aos pilotos e o protagonismo, apenas Vettel pode sonhar com a luta por mais um título. Porém, os franceses já são maioria no grid, com Romain Grosjean, na Haas, Pierre Gasly, na Toro Rosso, e Esteban Ocon, na Force Índia – esse, por sinal, é o maior talento vindo da terra do champanha depois de Prost.



A vida secreta de Gasly

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O aniversariante do dia é a bola da vez na série A Vida Secreta do atual grid da Fórmula-1. Nascido em Ruão, capital da Normandia, o francês Pierre Gasly, da Toro Rosso, completa 22 anos nesta quinta-feira, dia 7 de fevereiro. O jovem piloto da Escola da Red Bull substituiu em meio à temporada do ano passado o russo Daniil Kvyat.

- Além de pilotar um carro de Fórmula-1, qual seu outro "barato"?
Pierre Gasly: jogar futebol. Quando estou em casa, jogo com meus amigos. Vou aos jogos do PSG para apoiá-los.

- Qual último filme te fez chorar?

PG: foi um filme sobre o tsunami de 2004 na Tailândia, O Impossível.

- Do que você tem medo?
PG: de serpentes.

- Qual foi o último livro que você leu?
PG: The core, o Melhor da Vida, o Melhor do Desempenho, de Aki Hintsa.

- O que seus professores disseram sobre você no relatório da escola?
PG: foi diferente nas primeiras séries e nas finais. No início, eles queriam que eu pulasse um ano, mas minha mãe foi contra. Mais tarde, foi sempre: "ele tem um bom potencial, mas quase nunca está na escola".

- Você tem "vícios" ocultos?

PG:Tenho muitos prazeres, mas não me sinto culpado por nenhum deles. O mais próximo seria tiramisu. Toda vez que vejo isso em um menu, não consigo me segurar.

- Você coleciona alguma coisa?

PG: fiz no passado, guardando todos os meus bonés. Mas então foram tantos que não cabiam no meu quarto, então, dei aos amigos e mecânicos. Quero começar a colecion ar novamente,troféus! (Risos) Ainda tenho todos dos últimos anos. Gosto de relogios, mas para uma coleção apropriada, você precisa primeiro ter muito dinheiro.

- O que você mais sente falta de casa quando viaja?

PG: da família. Saí de casa quando tinha 13 anos, então, não passei muito tempo em casa quando criança. Por isso, sempre é um prazer voltar para casa. Tenho uma família grande, são quatro irmãos.

- Qual foi a sua pior compra?
PG: sempre fui cauteloso com o dinheiro. Não gasto muito em coisas estúpidas. Bem, às vezes acontece quando vou ao cassino, jogar na roleta. Não sei o porquê, mas isso me dá uma excitação como pilotar um carro de corrida. Ambos provocam um alto nível de adrenalina.

- Qual foi o momento mais embaraçoso de sua carreira?

PG: provavelmente, o tufão no Japão (no ano passado, custou a Gasly a chance de ganhar o título da Super Fórmula na rodada final). Perdi o campeonato pro meio ponto, para as condições climáticas!

- Quando foi a última vez que você ficou realmente brabo?

PG: foi em Austin, 2016, quando o Helmut Marko (consultor técnico da Red Bull) disse que Daniil (Kvyat) tinha assinado para 2017. Pensei que não era justo, tinha acabado de ganhar o campeonato da GP2. Era uma mistura de raiva, decepção e tristeza.

- Qual superpoder gostaria de ter: ser capaz de voar ou de ser invisível?

PG: ambos. Em uma reunião secreta, poderia ficar num canto da sala para saber o que estariam falando, e eu poderia voar e escapar dos momentos tumultuados dos bastidores das corridas nos fins de semana.

- Você canta no chuveiro?

PG: sim, às vezes. Mas como eu quase não lembro das letras, canto uma mistura de muitas músicas.

- Você acredita no amor à primeira vista?
PG: com 21 anos, sim. Daqui a 10 anos, acho que responderei com um não.

- Você pode convidar três pessoas para jantar, que esyejam vivas ou que já morreram, quem você convidaria?

PG: Ayrton Senna, Michael Schumacher e Barack Obama. Acho que todos fizeram a diferença.

- Qual foi a melhor coisa sobre ser uma criança?

PG: você pode fazer toda a bagunça e não fica responsável por isto.

- O que todos deveriam experimentar uma vez na vida?

PG: pilotar um carro de F-1.



F-1 altera horários

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A Liberty continua inovando. Um dia depois de terminar com as grid girls, a nova dona da Fórmula-1 em conjunto com a FIA promoveu duas mudanças significativas no horário das largadas. Todas as 21 etapas começarão na hora determinada mais 10 minutos. Segundo a Liberty, a maioria das TVs que detém os direitos de transmissão ao vivo colocam as imagens das provas na hora cheia, já no momento da largada. Assim, para levar as emoções que antecedem a largada para os fãs, as TVs mostrarão ao vivo 10 minutos até a hora de as luzes vermelhas se apagarem.
Outra mudança está nos horários da etapa brasileira – anteriormente marcada para as 14h locais e agora, às 15h10min, para fugir do calor – e das provas europeias, além de alterações pontuais em GPs que rivalizarem com a Copa do Mundo disputada na Rússia. A mudança mais radical será no horário do GP da França, que volta ao calendário neste ano.
Esta preocupação com não competir com a Copa do Mundo é uma grande novidade. Sob a batuta de Bernie Ecclestone, a F-1 agia sempre com uma arrogância incrível, afirmando que não se preocupava com o evento da FIFA (realizado de quatro em quatro anos) porque ela promovia um Mundial a cada ano.

Novas largadas, na hora local de cada país
1.   Austrália, 16h10min
2.   Barhein, 18h10min
3.   China, 14h10min
4.   Azerbaijão, 16h10min
5.   Espanha, 15h10min
6.   Mônaco, 15h10min
7.   Canadá, 14h10min
8.   França, 16h10min
9.   Áustria, 15h10min
10. Inglaterra, 14h10min
11. Alemanha, 15h10min
12. Hungria, 15h10min
13. Bélgica, 15h10min
14. Itália, 15h10min
15. Cingapura, 20h10min
16. Rússia, 14h10min
17. Japão, 14h10min
18. EUA, 13h10min
19. México, 13h10min
20. Brasil, 15h10min
21. Abu Dhabi, 17h10min



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