Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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O Bolão depois da Malásia

Dias ao Volante
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Pois é, esta urucubaca da Ferrari tá derrubando todo mundo, especialmente quando o Max Verstappen dá um banho em cima da Mercedes do Lewis Hamilton. O Gabriel e o Eduardo Saraiva foram os grandes vencedores em Sepang, ao lado do holandês maluquinho, e genial, claro.
E não dá pra descansar. O GP do Japão já é no próximo fim de semana.

Parâmetros utilizados na Malásia:
Pole: HAMILTON
Segundo do grid: RAIKKONEN
Vencedor: VERSTAPPEN
Equipe com mais pontos na etapa: RED BULL
Quantos primeiros pilotos chegam à frente do companheiro na etapa (são os primeiros pilotos: Hamilton - Mercedes, Vettel - Ferrari, Ricciardo - Red Bull, Massa - Williams, Hulkenberg - Renault, Alonso - McLaren, Perez - Force Índia, Sainz Jr. - Toro Rosso, Grosjean - Haas e Ericsson - Sauber: 3
Segundo colocado da prova: HAMILTON
Terceiro colocado da prova: RICCIARDO
Quarto colocado da prova: VETTEL
Quinto colocado da prova: BOTTAS
Décimo colocado na prova: OCON
Piloto com mais voltas na liderança: VERSTAPPEN
Volta mais rápida da prova: VETTEL
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): RAIKKONEN
Quantas vezes o safety car entrará na pista na corrida: 0

Malásia:
1) Gabriel Dias - 35 pontos
1) Eduardo Saraiva - 35 pontos
3) Marcelo Farias Pereira - 32 pontos
4) Luiz Mauro Gonçalves Rosa - 25 pontos
4) André Borges - 25 pontos
6) Natanael Felipe Rhoden - 22 pontos
6) Mauro - 22 pontos
8) Pedro Henrique - 20 pontos
8) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 20 pontos
10) Francisco Cavalin - 15 pontos
10) Daniel Dias - 15 pontos
12) Daniel Cardoso - 10 pontos
13) Maurício Dias - 7 pontos
14) Luiz Carlos Herrera - 2 pontos
15) Eduardo Parise - 0  ponto
15) Ernani Leonel Dias Müzell - 0  ponto
15) Romário Braga - 0  ponto
15) Marcelo Antonio Vieira - 0  ponto
15) Guilherme Vieira - 0  ponto

Total:
1) Maurício Dias - 701 pontos
2) Daniel Dias - 668 pontos
3) Pedro Henrique - 656 pontos
4) Gabriel Dias - 640 pontos
5) Francisco Cavalin - 627 pontos
6) Daniel Cardoso - 598 pontos
7) Eduardo Parise - 541 pontos
8) Eduardo Saraiva - 526 pontos
9) Luiz Carlos Herrera - 512 pontos
10) Natanael Felipe Rhoden - 509 pontos
11) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 508 pontos
12) Guilherme Vieira - 489 pontos
13) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 481 pontos
14) Mauro - 464 pontos
15) André Borges - 444 pontos
16) Marcelo Farias Pereira - 402 pontos
17) Marcelo Antonio Veira - 260 pontos
18) Romário Braga - 117 pontos
19) Ernani Leonel Dias Müzell - 20 pontos



Verstappen vence na Malásia

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Publicado por em F-1 ·

Max Verstappen, que completou 20 anos no sábado, não tomou conhecimento de Lewis Hamilton e venceu a derradeira prova no circuito de Sepang, na madrugada deste domingo. Só por isto dá para ter a noção exata do tamanho da façanha de Hamilton ao conquistar a pole position no sábado. Agora, quem está precisando urgentemente de uma benzedeira é a Ferrari. Depois da trapalhada feita na largada da prova anterior, em Cingapura, Sebastian Vettel teve problema no turbo no terceiro treino livre na Malásia e nem participou da classificação. Pouco antes da largado, o mesmo problema no motor aconteceu no carro de Kimi Raikkonen, segundo no grid, provocando a retirada do finlandês da corrida.
A trágica sequência de problemas da Ferrari foi anulada em parte na prova com uma atuação soberba de Vettel. O tetracampeão largou da última posição e terminou em quarto. E por pouco o alemão não conseguiu superar Daniel Ricciardo, que formou o pódio, atrás de Verstappen e Hamilton. Após a chegada, o barbeiro disfarçado de piloto Lance Stroll bateu em Vettel, destruindo a traseira da Ferrari de número 5, que pode ter de trocar o câmbio para a corrida de Suzuka.
Com o resultado, Hamilton aumentou para 34 pontos a diferença sobre Vettel no campeonato, faltando cinco provas para o final da temporada – Japão, já na próxima semana, EUA, México, Brasil e Abu Dhabi.
Em uma corrida apenas razoável, o difícil mesmo foi o telespectador brasileiro aguentar o festival de gritos histéricos do narrador Luiz Roberto. Parecendo completamente deslumbrado por estar transmitindo a Fórmula-1, o narrador conseguiu provocar saudade do Galvão Bueno. Faça o favor!
Com todos os méritos, pois ultrapassou Hamilton na pista, Verstappen chega a sua segunda vitória na F-1. A primeira foi no ano passado (Espanha) na prova em que fazia sua estreia na Red Bull.

Resultado final:
1) M. Verstappen – Red Bull – 1h30min01s290
2) L. Hamilton – Mercedes – a 12s770
3) D. Ricciardo – Red Bull – a 22s519

4) S. Vettel – Ferrari – a 37s362
5) V. Bottas – Mercedes – a 56s021
6) S. Perez – Force India – a 1min18s630
7) S. Vandoorne – McLaren – a uma volta
8) L. Stroll – Williams – a uma volta
9) F. Massa – Williams – a uma volta
10) E. Ocon – Force India – a uma volta

11) F. Alonso – McLaren – a uma volta
12) K. Magnussen – Haas – a uma volta
13) R. Grosjean – Haas – a uma volta
14) P. Gasly – Toro Rosso – a uma volta
15) J. Palmer – Renault – a uma volta
16) N. Hulkenberg – Renault – a uma volta
17) P. Wehrlein – Sauber – a uma volta
18) M. Ericsson – Sauber – a uma volta

19) C. Sainz Jr – Toro Rosso – não completou
20) K. Raikkonen – Ferrari – não largou

Melhor volta – S. Vettel – Ferrari – 1min34s080



Classificação para o GP da Malásia

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1) L. Hamilton – Mercedes – 1min30s076
2) K. Raikkonen – Ferrari – 1min30s121
3) M. Verstappen – Red Bull – 1min30s541
4) D. Ricciardo – Red Bull – 1min30s595
5) V. Bottas – Mercedes – 1min30s758
6) E. Ocon – Force India – 1min31s478
7) S. Vandoorne – McLaren – 1min31s582
8) N. Hulkenberg – Renault – 1min31s607
9) S. Perez – Force India – 1min31s658
10) F. Alonso – McLaren – 1min31s704

11) F. Massa – Williams
12) J. Palmer – Renault
13) L. Stroll – Williams
14) C. Sainz Jr – Toro Rosso
15) P. Gasly – Toro Rosso

16) R. Grosjean – Haas
17) K. Magnussen – Haas
18) P. Wehrlein – Sauber
19) M. Ericsson – Sauber
20) S. Vettel – Ferrari – não treinou



Resultado do treino livre 3 para o GP da Malásia

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Publicado por em F-1 ·

1) K. Raikkonen – Ferrari – 1min31s880
2) S. Vettel – Ferrari – a 0s162
3) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s211
4) V. Bottas – Mercedes – a 0s449
5) L. Hamilton – Mercedes – a 0s659
6) M. Verstappen – Red Bull – a 0s699
7) S. Perez – Force India – a 1s329
8) F. Massa – Williams – a 1s360
9) E. Ocon – Force India – a 1s410
10) S. Vandoorne – McLaren – a 1s441
11) F. Alonso – McLaren – a 1s650
12) L. Stroll – Williams – a 1s658
13) K. Magnussen – Haas – a 1s907
14) N. Hulkenberg – Renault – a 1s991
15) C. Sainz Jr – Toro Rosso – a 2s044
16) P. Gasly – Toro Rosso – a 2s326
17) J. Palmer – Renault – a 2s595
18) R. Grosjean – Haas – a 3s034
19) M. Ericsson – Sauber – a 3s056
20) P. Wehrlein – Sauber – a 3s165



Muitas atrações em Sepang

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O último GP da Malásia, que sai de cena a partir do próximo ano, tem muitos ingredientes para segurar a atenção nas madrugadas de sábado e domingo. A começar pela batalha entre Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, continuando com a possibilidade de verdadeiros dilúvios, na classificação em especial, o crescimento da Red Bull na temporada e a estreia do francês Pierre Gasly no lugar do russo Daniil Kvyat na Toro Rosso. O atual campeão da F-2 correrá com o número 10.
Enquanto Vettel está otimista por um bom rendimento da Ferrari em Sepang, Hamilton está muito ligado para não dar chance nenhuma para o rival, além de tentar apagar a péssima corrida do ano passado, a que, a grosso modo, representou sua perda do título para Nico Rosberg. O inglês liderava a prova até quase a bandeirada de chegada, mas um estouro do motor jogou tudo no ralo. Não, Mercedes, aquilo eu não esqueci. Voces mexeram no motor do Hamilton em benefício do alemão Nico.



Vettel otimista na Malásia

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Sebastian Vettel demonstrou um otimismo raro em se tratando do tetracampeão, normalmente mais reservado nestas oportunidades. Falando no circuito de Sepang, o piloto alemão de 30 anos disse que acredita em uma Ferrari muito veloz no circuito malaio no próximo fim de semana, para combater o favoritismo da Mercedes e de Lewis Hamilton, o líder do campeonato, 28 pontos à frente de Vettel.
O piloto da Ferrari tem um bom histórico de reação, mais notadamente em 2010, ano de seu primeiro título, na Red Bull, quando conseguiu reverter uma situação amplamente favorável ao seu companheiro Mark Webber e Fernando Alonso, da Ferrari.
A equipe italiana dominou completamente a primeira corrida no circuito de Sepang, em 99, com Michael Schumacher retornando após ter sofrido fratura na perna esquerda no GP da Inglaterra. Naquele ano, o futuro heptacampeão tirou do páreo a super McLaren de Mika Hakkinen e deu a vitória de presente para o companheiro Eddie Irvine, que disputava o título contra o finlandês. No entanto, na última etapa, no Japão, Hakkinen confirmou o bicampeonato.



Kvyat dança na Toro Rosso

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Como já era esperado, o russo Daniil Kvyat, namorado da filha de Nelson Piquet, a Kelly, dançou do posto de titular na Toro Rosso. Com apenas quatro pontos somados na temporada, ante 48 do companheiro, o espanhol Carlos Sainz Jr., que já foi anunciado pela Renault para 2018, Kvyat já não corre no próximo fim de semana, na Malásia, 15ª etapa do ano.
O jovem francês Pierre Gasly, de 21 anos, atual campeão da GP2 (F-2), pertencente à Escola de Talentos da Red Bull, assume o posto de Kvyat, que deve permanecer na "Família Red Bull", como disse o comunicado oficial da Toro Rosso, já no circuito de Sepang.
Gasly correrá com o número 10.



Quem vence na Malásia?

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Publicado por em F-1 ·

Pois é, vocês acreditam que será a última vez na Malásia? Pelo menos no atual contrato, os organizadores dizem que os custos da F-1 são astronômicos e não renovaram o vínculo. Torço para que revejam isto. Sepang é uma das pistas mais fascinantes do planeta. Enquanto isto, Hungaroring, Montmeló, Marina Bay, Hockenheim (o novo), nem gripe!
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para Sepang:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Quantos primeiros pilotos chegam à frente do companheiro na etapa (são os primeiros pilotos: Hamilton - Mercedes, Vettel - Ferrari, Ricciardo - Red Bull, Massa - Williams, Hulkenberg - Renault, Alonso - McLaren, Perez - Force Índia, Sainz Jr. - Toro Rosso, Grosjean - Haas e Ericsson - Sauber: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Décimo colocado na prova: sobrenome do piloto.
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Quantas vezes o safety car (o real, não o virtual) entra na pista na corrida: vale 5 pontos.
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP da Malásia:
Quinta-feira: 23h, primeiro treino livre, pelo SporTV.
Sexta-feira: 3h, segundo treino livre, pelo SporTV.
Sábado: 3h, terceiro treino livre, 6h, classificação, ambos pelo SporTV.
Domingo: 4h, pela Globo.



Valentino volta neste fim de semana

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Publicado por em MotoGP ·

Menos de um mês depois de ter sofrido fratura na perna direita em um treino de Enduro, Valentino Rossi foi liberado pelos médicos da MotoGP e estará na etapa de Aragão neste fim de semana.
Conforme exige o Código Médico da categoria máxima das duas rodas, um piloto que sofrer lesões nas pernas tem de passar por um teste para voltar à competição. Rossi testou no início desta semana em Misano com uma Yamaha YZF-R1M. O nove vezes campeão mundial teve de provar que tinha mais de 50% das condições na parte de baixo de seu corpo, além de ficar em pé em uma só perna por pelo menos 5 segundos.
Boa notícia. Já podemos voltar a acompanhar a MotoGP.



A futura McLaren/Renault

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Publicado por em F-1 ·

Criado na Renault, o francês Eric Boullier (foto), 44 anos, diretor da equipe McLaren, falou depois do GP de Cingapura sobre o rompimento com a Honda e a chegada da fabricante francesa como fornecedor de motores para o próximo ano. Acompanhe os principais trechos da entrevista.
- Quais os pontos que levaram ao rompimento com a Honda?
Eric Boullier: O momento crucial foi após os testes de Barcelona, ​​quando tentamos trabalhar e ajudar a Honda a melhorar a situação em um curto espaço de tempo, incluindo conversar com outros fabricantes de motores, mas isto não surtiu efeito. Então, durante as férias de verão, sabíamos que devíamos tomar uma decisão, ficar ou não ficar.

- A classificação em Cingapura parecia promissora, com ambos os carros indo para o Q3. Isto deixou em vocês uma sensação que a decisão de rompimento com a Honda era precipitada?
EB: Se você olha as características da pista, Cingapura é um pouco como Budapeste ou Mônaco e, neste tipo de traçado, a diferenciação de energia do motor é um pouco menos sensível. É quando podemos mostrar o potencial em que está em nosso carro.

- Com o rompimento com a Honda, a McLaren está efetivamente abandonando o status da equipe de fábrica para se tornar uma cliente de motor?
EB: É difícil de se dizer isto agora. Nós seremos clientes privilegiados da Renault. Teremos o mesmo motor e acesso a informações como tem a própria equipe da Renault e a Red Bull. Então, esta será uma verdadeira parceria com a Renault. Também temos a possibilidade de trabalhar com eles, colocar idéias para o futuro que possam ser levadas em consideração. Isso nos permitirá influenciar no futuro. Acreditamos que será o melhor para a McLaren para os próximos três anos.

P: E financeiramente? Em vez de receber dinheiro do parceiro (Honda) do motor, agora vocês terão de pagar pelo motor. Quanto custa isso?
EB: Bem, quando você olha nos últimos três anos, tem sido um desastre para nós em termos de credibilidade e na capatação por novos patrocinadores. Então, você tem que ter uma visão de longo prazo: para os próximos cinco anos. Tenho certeza absoluta de que voltaremos para onde a McLaren pertence de fato. E com este retorno, recuperaremos nossa credibilidade e reconstruiremos nosso portfólio de patrocinadores. Somos atualmente nono no campeonato. Com um motor superior, acho que seríamos o quarto. Com apenas o dinheiro recebido pela FOM, poderíamos cobrir o lado do motor. Então, não será um grande risco no lado financeiro. Nossos acionistas se mostraram corajosos o suficiente para ter uma escolha desportiva e não machucar a McLaren. Eles poderiam ter dito: "Vamos esperar até que a Honda se levante". Mas aprovaram o rompimento.

P: Havia muitas vezes a impressão do lado de fora de que McLaren falava uma coisa e a Honda, outra. Existe alguma verdade nisto?
EB: Não penso assim. Na verdade, a idéia foi ótima: reviver a histórica pareceria McLaren/Honda. Acho que foi mais um erro de abordagem no início do projeto. As coisas poderiam ter surgido de forma completamente diferente se tivessem sido tomadas decisões diferentes no início. Mas é fácil de a gente comentar isto depois do ocorrido.

- A Renault agora fornecerá motores à três equipes: sua própria, a Red Bull e a McLaren. Alguma terá privilégios?
EB: Pelos contratos, todas serão tratadas da mesma forma.

- Você conhece a Renault muito bem. Ser compatriota sempre tornam as coisas mais fáceis...
EB: Bem, tenho vivido agora por nove anos no Reino Unido, e você definitivamente pode sentir uma diferença na cultura. Quando se trata de entender diferentes culturas, penei bastante com a Honda. Mas sendo um estrangeiro no Reino Unido, às vezes, eu era o pacificador entre o Japão e os ingleses, tentando ajudar a superar as diferenças entre a Honda e a cultura McLaren. Mas, para ser sincero, já tivemos uma reunião sobre diferenças culturais com nosso novo parceiro. Você tenta facilitar as coisas para obter o melhor relacionamento possível.

- O Fernando Alonso faz parte do pacote? Ele ganhou seus dois títulos com a Renault, e certamente teria sido difícil convencê-lo a fazer uma quarta temporada difícil com a Honda...
EB: Sim e não. Para ser honesto, não acho que ele esteja neste estágio agora. O Fernando só está interessado em ter um carro competitivo. Isto é a parte dele. Nós, McLaren, estamos felizes que os acionistas tenham feito uma escolha desportiva e não uma escolha de negócios. O DNA da McLaren é de ser vencedora. Sabemos que temos um chassi decente. Sabemos fazer carro. Então, para nós, como um negócio, é importante sermos competitivos, independentemente do papel que o Fernando tenha. Tivemos que tomar esta decisão para nós. Mas se você quer ser competitivo, não precisa apenas de um motor, também precisa de um piloto fora da curva. É aí que o Fernando entra na foto. Fizemos o que fizemos pela McLaren, primeiro, mas o Fernando também é decisivo.

- Qual é a programação para os próximos dois meses?
EB: Estamos trabalhando no carro de 2018. Há muitas mudanças em termos de layout do motor, por isto, temos que redesenhar algumas das peças que já tínhamos desenvolvido. Estamos um pouco atrasados ​​em termos de decisão. Adoraria que a decisão de rompimento tivesse vindo umas semanas mais cedo. E precisamos fechar com o Fernando o quanto antes, para o próprio desenvolvimento do novo carro.

- A Toro Rosso será a equipe a ter os motores da Honda em 2018. Qual conselho você daria ao chefe da equipe italiana?
EB: Nenhum. Ele é um concorrente! (Risos)



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