F-1 - Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Rosberg é primeiro, Hamilton bate

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No primeiro dia de treinos livres para a décima primeira etapa do Mundial de Fórmula-1, no circuito de Hungaroring, na Hungria, o alemão e ainda líder do campeonato Nico Rosberg, da Mercedes, comandou a sessão da tarde. A missão para o Rosberg ficou facilitada por uma batida do companheiro, o inglês Lewis Hamilton, no começo do treino. O tricampeão saiu da pista e bateu com a lateral do carro 44 na barreira de pneus. A equipe preferiu retirar então seu piloto do restante da sessão. Com isso, Rosberg fez os testes sozinho para a escuderia prateada e as simulações de corrida.
Sob pressão pelas constantes cobranças de seu presidente, Sergio Marchionne, a Ferrari continua perdendo terreno para a Red Bull na temporada. Sebastian Vettel ficou em terceiro, atrás do australiano Daniel Ricciardo e à frente do holandês Max Verstappen, ambos da equipe austríaca.
Com apenas quatro voltas à tarde, Hamilton ainda conseguiu o quinto tempo, uma posição de vantagem para o finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari. O espanhol Fernando Alonso levou novamente a McLaren para o pelotão da frente em sessões de sextas-feiras, assim como seu companheiro, o inglês Jenson Button.
Felipe Massa, acidentado com gravidade nesta pista em 2009, com a Ferrari, permaneceu com problemas em sua Williams. No entanto, conseguiu superar o companheiro, o finlandês Valtteri Bottas, neste primeiro dia de ensaios.
Pela manhã em Budapeste, a sessão teve início com a pista úmida. Normalmente, o GP da Hungria é disputado com muito sol e calor. Mas a previsão do tempo indica alguma possibilidade de chuva para o domingo.
O terceiro treino livre começa às 6h (nosso horário) deste sábado, com transmissão ao vivo pelo Sportv, que também passará o treino classificatório a partir das 9h. A corrida no domingo está marcada para as 9h, com cobertura ao vivo pela Globo.

Segundo treino livre
1.   Rosberg, Mercedes, 1min20s435 – 45 voltas
2.   Riccardo, Red Bull, 1min21s030 – 36
3.   Vettel, Ferrari, 1min21s348 – 31
4.   Verstappen, Red Bull, 1min21s770 – 35
5.   Hamilton, Mercedes, 1min21960 – 4
6.   Raikkonen, Ferrari, 1min22s558 – 46
7.   Alonso, McLaren, 1min22s328 – 21
8.   Button, McLaren, 1min22s387 – 34
9.   Hulkenberg, Force India, 1min22s449 – 41
10. Perez, Force India, 1min22s653 – 38
11. Gutierrez, Haas, 1min22s673 – 38
12. Massa, Williams, 1min22s681 – 39
13. Sainz Jr., Toro Rosso, 1min22s689 – 24
14. Bottas, Williams, 1min22s773 – 38
15. Grosjean, Haas, 1min22s864 – 28
16. Kvyat, Toro Rosso, 1min22s948 – 43
17. Magnussen, Renault, 1min23s347 – 41
18. Ericsson, Sauber, 1min23s437 – 36
19. Palmer, Renault, 1min23s528 – 12
20. Nasr, Sauber, 1min23s986 – 31
21. Wehrlein, Manor, 1min23s992 – 22
22. Haryanto, Manor, 1min24s265 - 36



Vettel fora da Ferrari?

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Christian Horner, diretor esportivo da Red Bull, é amigo de Sebastian Vettel desde que o piloto alemão conquistou seus quatro títulos pela equipe austríaca. Tanto que Vettel foi conversar ao pé do ouvido do antigo chefe depois da segunda barbeiragem que Daniil Kvyat fez para cima do alemão, na China. Como resultado, o russo "foi para o olho da rua" na Red Bull, sendo rebaixado para a Toro Rosso a partir da Espanha, com o holandês Max Verstappen no seu lugar.
Pois bem, nesta quinta-feira, Horner confidenciou para alguns jornalistas no circuito de Hungaroring que talvez Vettel não vá suportar as constantes cobranças do presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, por resultados e dê tchau para os italianos no final do contrato. Segundo Horner, Vettel iria então para a Mercedes.
Obviamente, o Horner sabe melhor do que ninguém sobre seu amigo Vettel. Mas eu não acredito nesse caminho. O Sebastian não aceitaria sair da Ferrari, seu sonho, por baixo. Só sai se for campeão, ou se despede da carreira na equipe vermelha.



Grupo investidor salva a Sauber

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Com problemas financeiros incontroláveis há alguns anos, a Sauber foi comprada pelo grupo de investidores Longbow Finance SA. O anúncio foi feito oficialmente nesta quarta-feira, às vésperas da décima primeira etapa do Mundial de Fórmula-1, no fim de semana, na Hungria.
A equipe do brasileiro Felipe Nasr e do sueco Marcus Ericsson continuará usando o nome Sauber, mas seu antigo proprietário e fundador, o suíço Peter Sauber, está totalmente afastado de qualquer gerencia sobre a escuderia.
A equipe estreou no Mundial de 1993 como motor Ilmor, utilizando os Mercedes em 1994, antes de a McLaren assumir os propulsores alemães. De 1997 a 2005, se tornou uma espécie de segunda equipe da Ferrari, correndo com os motores italianos e sendo patrocinada pela petrolífera malaia Petronas, hoje na Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg.
O time de Peter Sauber também carregou o nome da Red Bull estampado em seus carros antes de a gigante de energéticos fundar equipes próprias (Red Bull e Toro Rosso).
A partir de 2006, a Sauber passou a utilizar os motores da BMW. A fabricante alemã inclusive comprou a escuderia suíça e passou a ter o nome de BMW Sauber F1 Team. Em 2009, a BMW devolveu o time para seu fundador e voltou a usar os motores da Ferrari, até os dias de hoje.
A Sauber foi a equipe de estreia de pilotos como o finlandês Kimi Raikkonen e o brasileiro Felipe Massa.



E a culpa não foi dos pilotos

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A direção de prova do GP da Inglaterra – vencido por Lewis Hamilton, da Mercedes – colocou a Fórmula-1 em uma imensa, ou pequena e bem apertada, saia justa. Com pista molhada, o safety car ficou à frente do pelotão por seis voltas intermináveis no circuito de Silverstone. Nada, absolutamente nada, justificou aquele procedimento. E nem estava mais chovendo.
A partir do momento em que corrida com chuva consta no cardápio das provas da categoria – bem diferente das competições nos circuitos ovais, da Indy e da Nascar, nos quais os carros não podem correr com asfalto molhado por motivos óbvios –, nenhum argumento autoriza o papelão da direção do GP da Inglaterra.
Muitos aficionados por automobilismo caíram de pau em cima dos pilotos. No entanto, os caras de capacete não tiveram culpa alguma. Inclusive, a maioria pedia para a liberação da prova e, por consequência, saída do safety car. Hamilton chegou a emparelhar com o carro de segurança naquelas seis voltas, pedindo para andar mais rápido ou saísse da frente.
A vergonha promovida no autódromo sede do primeiro GP da história da F-1, no dia 13 de maio de 1950, nada teve a ver com o ocorrido em uma etapa da Stock Car no circuito de Tarumã, no Rio Grande do Sul, em 2006. Naquele episódio, a negativa de entrar na pista com chuva partiu dos pilotos, que ficaram literalmente apavorados para enfrentar os desafios do traçado mais veloz do Brasil debaixo de uma borrasca.
Na F-1, o atestado de bobeira veio dos dirigentes, mas teve uma repercussão muito ruim como a protagonizada pelos pilotos da Stock Car. Um bólido da principal categoria do mundo foi feito também para competir com pista molhada, tanto que pode utilizar os pneus de chuva, os tradicionais "biscoitos". O dono do circo, o inglês Bernie Ecclestone, até já sugeriu que em todas as provas a pista fosse encharcada artificialmente quando não chovesse, para aumentar o espetáculo.
Embora seja projetado para enfrentar piso com água, o carro da F-1 tem suas limitações nesse sentido devido à pouca altura do assoalho em relação ao chão. Como ficou evidenciado no GP da Malásia de 2008, quando verdadeiros rios atravessavam a pista de Sepang, transformando as "baratinhas" em barcos por causa do aquaplane. No domingo passado, o estado de Silverstone estava bem distante daquele panorama.
Se a presepada da Inglaterra se tornar lei, não mais será vista na F-1 a apoteótica primeira volta do GP da Europa de 1993, em Donington Park, com Ayrton Senna passando os cinco primeiros colocados do grid de largada debaixo de um aguaceiro. Aquilo entrou para a história, e nada de ruim ocorreu, apesar de o risco natural e inerente ao automobilismo. Além do mais, aonde está escrito que as competições a motor não são perigosas?



Quem vence na Hungria?

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Vamos então para a décima primeira etapa do Mundial e mais uma do nosso Bolão, no insuportável, para os pilotos e para quem assiste, circuito de Hungaroring. Por incrível que possa parecer, estão prevendo chuva para o domingo em Budapeste. Duvido!
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para Hungaroring:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP da Hungria:
Sexta-feira: 5h, primeiro treino livre, 9h, segundo treino livre, ambos pelo Sportv.
Sábado: 6h, terceiro treino livre, 9h, classificação, ambos pelo Sportv.
Domingo: 9h, corrida, pela Globo.



Parabéns, campeão Natanael!

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Nesta sexta-feira, entregamos o prêmio para o campeão do nosso Bolão em 2015, o Natanael Rhoden, que recebeu o Anuário editado pelo Reginaldo Leme. Tive o enorme prazer de jantar acompanhado do Natanael e do Gabriel Dias na Churrascaria Giovanaz, uma das melhores deste nosso rincão.
Evidentemente, a conversa dominante da bela noite foi sobre este esporte que tanto amamos, em especial sobre a Fórmula-1. O Natanael prometeu lutar muito para reprisar o título no Bolão deste ano, que aliás está sendo liderado pelo Gabriel.



Futuro do Brasil na pista

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A Fórmula-1 fez dois dias de testes em Silverstone na terça e quarta-feira, dois dias depois do GP da Inglaterra, realizado no mesmo circuito. A maioria dos pilotos titulares ficou de fora dos ensaios, caso dos dois da Mercedes. Kimi Raikkonen, da Ferrari, testou na quarta e ficou com o melhor tempo dos dois dias. Mas o cronômetro era o que menos interessava nesses treinos.
Para os brasileiros, o importante foi a presença a bordo de uma Toro Rosso do mineiro Sérgio Sette Câmara (foto), de 17 anos, piloto do programa de desenvolvimento de novos talentos da Red Bull, que, a exceção do australiano Mark Webber e do escocês David Coulthard, promoveu a ida à F-1 de todos os pilotos da Toro Rosso e Red Bull, passando pelo tetracampeão Sebastian Vettel.
Lembrando a frase "de onde menos se espera, é aí que não vem nada", coloco o futuro do Brasil na F-1, falando especificamente de Felipe Massa. A única saída para ele continuar com algum destaque na categoria é se transferir para a Renault em 2017, porque a equipe amarela tem real potencial de desenvolvimento.
O futuro para o país na F-1 tem dois nomes no momento: Felipe Nasr e Sérgio Sette Câmara.



Ferrari mais agressiva em Hungaroring

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A Pirelli revelou a "encomenda" das equipes para o próximo GP, daqui a duas semanas, na Hungria. Observem a relação aí no gráfico. Estarão disponíveis para pista seca os pneus Médios (branco), Macios (amarelos) e Supermacios (vermelhos).
Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen terão nove jogos de vermelhos (mais rápidos) cada um para o fim de semana, um jogo a mais do que terão Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Vale lembrar que o GP da Hungria é disputado normalmente debaixo de altíssima temperatura.



Resultado da Inglaterra está confirmado

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A Mercedes se pronunciou oficialmente nesta segunda-feira retirando o recurso contra a punição de 10 segundos imposta para Nico Rosberg no GP da Inglaterra, no último domingo. Os comissários da corrida de Silverstone decidiram punir o piloto do carro 6 porque o box da equipe o instruiu para driblar um problema no câmbio.
Esse tipo de procedimento está proibido pela FIA. O piloto tem de tentar resolver sozinho possíveis defeitos mecânicos ou elétricos durante a prova. Resumindo, tem de pilotar e tomar decisões sozinho. Chega a ser estranha a atitude da Mercedes orientando o alemão. A própria equipe se negou a auxiliar Lewis Hamilton no GP da Europa deste ano.
Ou seja, um erro primário da equipe prateada em Silverstone. Pra mim, ela optou por retirar o recurso porque reconheceu tal erro. Além disso, se a FIA aceitasse o recurso, estaria rasgando esse item do regulamento.



O Bolão depois da Inglaterra

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Com a punição a Nico Rosberg confirmada pelos comissários de pista do GP da Inglaterra, a Mercedes promete apelar da decisão. Normal. Mas não tem saída. Se o alemão não fosse punido por ter recebido ajuda da equipe para solucionar problemas de câmbio durante a corrida, a FIA poderia rasgar essa parte do regulamento.
Neste ano, Lewis Hamilton, o grande vencedor em Silverstone, e Kimi Raikkonen, da Ferrari, quinto na Inglaterra, já passaram por isso, no entanto, as duas equipes não ajudaram pelo rádio, inclusive lembrando a seus pilotos que essa prática estava proibida pelo regulamento. Ficou estranho, portanto, que neste domingo a Mercedes tenha ajudado o Rosberg. Erro primário da equipe. Se não foi o Toto Wolff, abrirá vaga na escuderia prateada. Com isso, a diferença entre o alemão e Hamilton no campeonato caiu para apenas um ponto. A próxima parada é daqui a duas semanas, no insuportável Hungaroring.
Olhem o comunicado dos comissários da Inglaterra:
"Tendo analisado profundamente o tópico, os comissários determinam que a equipe (Mercedes) deu instruções ao piloto que são permitidas pelo regulamento. Todavia, os comissários determinam que a equipe foi além e deu instruções ao piloto que não são permitidas, contrariando o Artigo 27.1 do regulamento esportivo (o piloto deve pilotar o carro sozinho e sem auxílios)."
Aqui no Bolão, o nosso querido Professor foi o grande vencedor de Silverstone, ao lado do dono da casa Hamilton. O fim de semana do Professor, e para mim também, não foi completo porque o grande Xavante perdeu para o Vasco na Série B. Mas, também, Professor, não dá para perder aquele gol no primeiro tempo, né? Na liderança do Bolão, Gabriel e Daniel Cardoso, com o Luis Mauro chegando, ainda comandam. Tá bonita a coisa!

Parâmetros utilizados para o GP da Inglaterra:
Pole: sobrenome do piloto - HAMILTON
Segundo do grid: sobrenome do piloto - ROSBERG
Vencedor: sobrenome do piloto - HAMILTON
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - MERCEDES
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: RED BULL
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - VERSTAPPEN
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - ROSBERG
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - RICCIARDO
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - RAIKKONEN
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - HAMILTON
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - ROSBERG
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - WEHRLEIN

Inglaterra:
1) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 72 pontos
2) Pedro Henrique - 62 pontos
3) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 60 pontos
4) Daniel Cardoso - 57 pontos
5) Eduardo Saraiva - 52 pontos
5) Luiz Carlos Herrera - 52 pontos
7) Natanael Felipe Rhoden - 47 pontos
7) Marcelo Vieira - 47 pontos
7) Gabriel Dias - 47 pontos
7) Matteus Saldanha - 47 pontos
7) André Borges - 47 pontos
7) Maurício Dias - 47 pontos
7) Romário Braga - 47 pontos
7) Francisco Cavalin - 47 pontos
7) Marcelos Farias Pereira - 47 pontos
7) Daniel Dias - 47 pontos
17) Juliano Schuler - 25 pontos
18) Mauro - 10 pontos
19) Ítalo Duarte - 0 ponto
20) Ernani Leonel Muzeel - 0 ponto

Total:
1) Gabriel Dias - 386 pontos
2) Daniel Cardoso - 351 pontos
3) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 347 pontos
4) Luiz Carlos Herrera - 342 pontos
5) Francisco Cavalin - 326 pontos
5) Natanael Felipe Rhoden - 326 pontos
7) Daniel Dias - 298 pontos
8) Maurício Dias - 292 pontos
9) Marcelo Farias Pereira - 280 pontos
9) Matteus Saldanha - 280 pontos
11) Mauro - 279 pontos
12) Marcelo Vieira - 259 pontos
13) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 243 pontos
14) André Borges - 236 pontos
15) Romário Braga - 194 pontos
16) Eduardo Saraiva - 174 pontos
17) Pedro Henrique - 139 pontos
18) Juliano Schuler - 117 pontos
19) Ítalo Duarte - 27 pontos
20) Ernani Leonel Muzeel - 0 ponto



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