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Hamilton erra no pra valer em Baku

Dias ao Volante
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Depois de brilhar nos dois dias de treinos livres para a sétima etapa do Mundial de F-1, o GP da Europa, em Baku, o tricampeão Lewis Hamilton errou no momento que não podia. Na sua tentativa de alcançar a pole, o número 44 da Mercedes exagerou no setor do Castelinho e bateu com o pneu dianteiro direito no muro de proteção, quebrando a roda e a suspensão.
Com isso, seu companheiro Nico Rosberg garantiu a primeira posição na prova de estreia do Azerbaijão na F-1. Sergio Perez, da Force India, foi o segundo mas perdeu cinco posições no grid por ter trocado o motor após o terceiro treino livre. Daniel Riccardo, da Red Bull, herdou a segunda posição e Sebastian Vettel, da Ferrari, a terceira. Felipe Massa, da Williams, finalmente conseguiu ficar à frente do companheiro Valtteri Bottas e largará em sexto.
Em uma corrida normal – que dificilmente ocorrerá, em um circuito tão perigoso -, Hamilton chegará com facilidade à segunda posição, graças à longa reta de 2 quilômetros de extensão. No entanto, deve ser uma prova com muitas entradas do safety car – no trecho do Castelinho, só passa um carro por vez -, ainda mais se a previsão do tempo confirmar uma improvável chuva sobre Baku.
Se alguém bater no muro no trecho medieval do Castelinho, a bandeira vermelha terá de ser acionada, interrompendo a prova para a retirada do carro acidentado.

1. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) 1:42.758
2. Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull-TAG Heuer) 1:43.966
3. Sebastian Vettel (ALE/Ferrari) 1:43.966
4. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) 1:44.269
5. Felipe Massa (BRA/Williams-Mercedes) 1:44.483
6. Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso-Ferrari) 1:44.717
7. Sergio Perez (MEX/Force India-Mercedes) 1:43.515+5 posições
8. Valtteri Bottas (FIN/Williams-Mercedes) 1:45.246
9. Max Verstappen (HOL/Red Bull-TAG Heuer) 1:45.570
10. Lewis Hamilton (ING/Mercedes) 2:01.954

Q2:
11. Romain Grosjean (FRA/Haas-Ferrari)
12. Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes)
13. Carlos Sainz Jr (ESP/Toro Rosso-Ferrari)
14. Fernando Alonso (ESP/McLaren-Honda)
15. Esteban Gutierrez (MEX/Haas-Ferrari)
16. Felipe Nasr (BRA/Sauber-Ferrari)

Q1:
17. Rio Haryanto (IND/Manor-Mercedes)
18. Pascal Wehrlein (ALE/Manor-Mercedes)
19. Jenson Button (ING/McLaren-Honda)
20. Marcus Ericsson (SUE/Sauber-Ferrari)
21. Kevin Magnussen (DIN/Renault)
22. Jolyon Palmer (ING/Renault)



Tempos terceira sessão de treino livre do GP da Europa

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1) L. Hamilton – Mercedes – 1min44s352
2) N. Rosberg – Mercedes – a 0s258
3) N. Hulkenberg – Force India – a 1s188
4) D. Ricciardo – Red Bull – a 1s268
5) S. Vettel – Ferrari – a 1s278
6) S. Perez – Force India – a 1s383
7) M. Verstappen – Red Bull – a 1s549
8) J. Button – McLaren – a 1s602
9) D. Kvyat – Toro Rosso – a 1s629
10) K. Raikkonen – Ferrari – a 1s672
11) F. Alonso – McLaren – a 1s779
12) C. Sainz Jr. – Toro Rosso – a 1s838
13) R. Grosjean – Haas – a 2s009
14) F. Massa – Williams – a 2s158
15) E. Gutierrez – Haas – a 2s318
16) K. Magnussen – Renault – a 2s672
17) P. Wehrlein – Manor – a 2s748
18) J. Palmer – Renault – a 2s806
19) M. Ericsson – Sauber – a 2s976
20) F. Nasr – Sauber – a 3s027
21) R. Haryanto – Manor – a 3s204
22) V. Bottas – Williams – sem tempo



Mudanças esperadas em Baku

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O primeiro dia de treinos livres no circuito urbano de Baku, no Azerbaijão, teve os problemas comuns e esperados para uma nova pista, quee foi aprovada pelos pilotos, equipes e FIA. Em termos. As zebras das curvas 6 e12 estavam meio soltas e foram responsáveis por furos nos pneus de vários carros.
A pedido da FIA, a organização da prova removerá essas zebras à noite e pintará faixas de limite da pista no seu lugar. Nada alarmante. Os pilotos também reclamaram da entrada dos boxes. Pelas ondulações da grande reta de dois quilômetros de extensão, eles dizem que enxergam a faixa branca pintada no asfalto que sinaliza a entrada dos boxes em um último momento.
Também será pintada à noite uma faixa mais longa. De qualquer jeito, os pilotos não poderão "esconder" uma parada surpresa na corrida. Se desejarem entrar nos boxes, terão de diminuir a velocidade bem antes da entrada.
Como se esperava, o circuito de Baku é de alta velocidade, pelas grandes retas, e perigosíssimo, pela pista muito estreita. Mas não pela parte que passa pela zona medieval da cidade, especialmente pelo famoso castelinho junto ao asfalto. Aí, os carros passam em baixa velocidade. No entanto, se um bate, o treino ou a corrida terá de ser paralisada, pois não passa mais ninguém. O circuito é perigoso justamente por ser de alta velocidade e muito estreito. Na maior parte, é um Corredor Polonês.
Ah, antes que eu me alongue muito, e já me alongando, o Lewis Hamilton foi o mais rápido dos dois treinos desta sexta-feira, botando um caminhão sobre o companheiro Nico Rosberg. Também como já era esperado. Além de estar em ótima fase, de novo, o inglês se adapta bem às novas pistas. Rosberg teve um problema no turbo no final do segundo treino e foi obrigado pela equipe a encostar o carro em uma "área de escape" do traçado.
O circuito de Baku privilegia motor. E nisso estão bem as equipes que correm com o Mercedes. Sergio Perez, da Force India, terminou o dia em terceiro, Valtteri Bottas, da Williams, em quarto, e Nico Hulkenberg, da Force India, em quinto. Todos de Mercedão AMG. Carlos Sainz Jr., da Toro Rosso, com motor Ferrari, foi o mais rápido do resto da turma. As Ferrari de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen ainda não se acharam em Baku. Felipe Massa, da Williams, reclamou da falta de aderência dos pneus – como se a falta de aderência da nova pista existisse só para o brasileiro – e completou longe de seu companheiro Bottas. Daniel Ricciardo, da Red Bull, foi um dos que bateram, mas nada sério.
Voltemos ao circuito: senti falta da proximidade da torcida. Nas tomadas de câmeras da TV, as pessoas pouco aparecem. O traçado é longo e só se vê prédio nas cercanias da pista. E a arquitetura de Baku não tem a beleza das construções de Monte Carlo. Os treinos mostraram um festival de saída de pista dos carros, normal em um circuito de rua e ainda mais normal quando os caras estão conhecendo o traçado e buscando seus limites.
Graças a isso, pudemos ver novamente que os carros de F-1 têm a marcha a ré, algo tão prosaico nos dias de hoje na principal categoria do automobilismo. Também pudemos ver o show de cavalinhos de pau nas zonas de escape da pista urbana.
No mais, gostei do circuito de Baku, da oitava etapa do Mundial, o GP da Europa, neste domingo, a partir das 10h pelo nosso horário.
E vocês?



Baku impressiona pilotos

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Os pilotos da F-1 estão impressionados com o circuito urbano de Baku, sede do GP da Europa neste domingo, a partir das 10h (horário de Brasília). Todos caminharam pelas ruas que formam a pista nesta quinta-feira e pararam por mais tempo nos trechos em que o circuito se esfrega nas construções medievais da capital do Azerbaijão, antiga república da União Soviética. Em alguns lugares, só passa um carro por vez.
Como disse o Fernando Alonso, Embaixador do GP da Europa, a prova será extremamente perigosa e de risco. Se um carro bate em um desses trecho apertados, a prova terá de ser interrompida, pois ficará atravessado no traçado.
Felipe Massa chegou a dizer que o circuito de Baku tem partes de Mônaco e de Monza, o Templo da Velocidade por suas enormes retas. Baku, aliás, terá a maior reta do calendário, no final do traçado, com 2 quilômetros de extensão.



Tem cara que ficará tonto!

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Não se sabe muito bem o porquê, mas o fato é que o Fernando Alonso foi escolhido como uma espécie de Embaixador do GP da Europa realizado a partir deste ano na cidade de Baku, capital do Azerbaijão, antiga república da União Soviética. Baku fica às margens do Mar Cáspio e não muito longe - uns 600 quilômetros a sudeste de Sochi, sede do GP da Rússia. A diferença é que Sochi fica às margens do Mar Negro. Um pouco de história e geografia não faz mal a ninguém, não é mesmo?
Buenas, voltando ao Príncipe das Astúrias. O homem, que caminhou algumas vezes pelas ruas que compõem o circuito, disse que a corrida deste domingo será extremamente desafiadora e de muito risco. Conforme dá para ver nestas fotos e projeções aí de cima, a pista passará se esfregando pela parte histórica e medieval da cidade. Tem canto que só passará um carro por vez. Claro que tudo será cercado pela maior segurança possível.
O traçado, bolado pelo arquiteto alemão Hermann Tike, sim, Natanael, aquele que você tanto gosta, idealizador de todos os novos circuitos da F-1, é em extensão o segundo do calendário, com 6 quilômetros e poucos metros, no sentido anti-horário (como Interlagos) e com 20 curvas - Spa tem 7 quilômetros, Monza, 5,7 quilômetros, só que a pista italiana tem apenas 3 curvas (uma dupla, a De Lesmo) e três chicanes.
E pasmem: Baku terá a maior reta do calendário, com 2 quilômetros de extensão. Ou seja, apesar de tanta curva com ângulo reto, os caras poderão descansar um pouco nesse retão interminável.
Resumindo: será um grande barato ver os caras se quebrando neste circuito infernal. Grande barato, pra nós, claro!



O olho de tigre

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O duelo entre o inglês Lewis Hamilton e o alemão Nico Rosberg está muito distante de um Fangio x Moss, de um Clark x Hill, de um Lauda x Hunt, de um Piquet x Mansell, de um Senna x Prost, de um Schumacher x Alonso, no entanto, é o que temos no momento. Não por Hamilton, mas por Rosberg.
O tigre está no topo dos grandes predadores. No esoterismo, O Olho de Tigre pode significar o aumento do poder intuitivo nas batalhas da vida. No cinema, a música Eye of the Tiger, do Survivor, foi feita sob encomenda para o terceiro filme da saga Rocky, de Sylvester Stallone, e fala da capacidade de atrair a presa e eliminá-la no momento mais propício.
A luta de Hamilton x Rosberg nasceu com o regulamento que trouxe de volta o motor turbo à Fórmula-1, em 2014, e deixou no ringue apenas os dois pilotos da Mercedes, a equipe que melhor dominava a tecnologia híbrida proposta para a principal categoria do automobilismo mundial. E continua nesta temporada, deixando a nu o enorme abismo existente entre os dois competidores.
No duro embate psicológico e de técnica de pilotagem, Lewis Hamilton tem o Olho de Tigre e Nico Rosberg é apenas uma presa do predador.
Nas quatro primeiras provas da temporada, Hamilton ainda vivia a ressaca de seu terceiro título na F-1, embalado na onda atraente da vida de celebridade. Rosberg talvez tenha enxergado o momento e tratou de enfileirar quatro vitórias seguidas. Tudo então parecia ser um caminho de glória para o alemão finalmente chegar ao seu primeiro título.
Entretanto, a natureza dos oponentes não muda jamais.
No instante em que pressentiu sua presa alçar voo, Hamilton acordou. Na Espanha, o inglês decidiu que o rival não ganharia mais uma prova. Seguindo seu instinto predador, interrompeu a trajetória de Rosberg na terceira curva do circuito e dividiu a curva para acabar com a prova de ambos.
Em Monte Carlo, viu sua presa se arrastando na pista, destruindo suas chances de brigar pela vitória e exigiu uma ordem de equipe para a troca de posições. Só assim alguém ultrapassa em Mônaco. A atitude de Rosberg em obedecer o comando da Mercedes não foi covarde, foi submissa, como todas as presas são.
Na etapa do último domingo, em Montreal, no Canadá, Hamilton ocupava mais uma vez a posição de honra para a largada. Partiu mal, viu o alemão Sebastian Vettel, inimigo da Ferrari mas não seu oponente na batalha pelo título, sair na frente. Pelo canto do olho direito, viu Rosberg também passando.
Hamilton não teve dúvidas: "Sebastian pode ir embora, você, não". Na contorno da primeira curva do circuito Gilles Villeneuve (outro lendário Olho de Tigre), Hamilton "engordou" a curva, uma manobra de ataque banal para os grandes pilotos, mas fatal para as presas. Nas frações de segundo seguintes, os dois instintos prevaleceram. O tigre ficou na pista, a vítima foi parar na área de escape, totalmente alijada da disputa pela vitória, a única posição interessante para os dois caras da equipe Mercedes.
Hamilton será o campeão de novo neste ano, porque tem o faro do matador, o olho de tigre. Rosberg é um bom piloto, um bom menino. Mas o Olimpo da F-1 não é destinado para os homens de bom coração, apenas.



O Bolão depois do Canadá

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Pois é, o pódio de Montreal ficou com três famílias diferentes, Mercedes, Ferrari e Williams, mas aqui ficou com a mesma família, a Dias, que inclusive dá nome para este site de F-1 e indústria automotiva. Deu, ao lado do Hamilton, eu, ao lado do Vettel, meu mano véio Maurício Dias, e ao lado do Bottas, o Gabriel Dias, meu filho, líder do Bolão e sócio no site.
Mas, minha gente, se eu fosse vocês, tratava de tentar desbancar esses caras destas posições, e já, a partir do Azerbaijão.
Gostei muito da vitória do Hamilton no circuito Gilles Villeneuve, como vibraria em igual proporção se desse o Vettel.
E é legal ver o Hamilton (na foto acima) ao lado do entrevistador do pódio de Montreal, o Oscarizado Michael Douglas, um ícone, Oscar de melhor ator em Wall Street Parte II, e Oscar como produtor de um dos melhores filmes de Hollywood, Um Estranho no Ninho, com o velho Jack.
Parâmetros utilizados para o GP do Canadá:
Pole: sobrenome do piloto - HAMILTON
Segundo do grid: sobrenome do piloto - ROSBERG
Vencedor: sobrenome do piloto - HAMILTON
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - MERCEDES
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: WILLIAMS
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - VETTEL
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - BOTTAS
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - VERSTAPPEN
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - ROSBERG
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - HAMILTON
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - ROSBERG
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - BUTTON

Canadá:
1) Daniel Dias - 65 pontos
2) Maurício Dias - 62 pontos
3) Gabriel Dias - 52 pontos
4) Francisco Cavalin - 50 pontos
5) Pedro Henrique - 47 pontos
5) Eduardo Saraiva - 47 pontos
5) Luiz Carlos Herrera - 47 pontos
8) André Borges - 45 pontos
9) Daniel Cardoso - 42 pontos
9) Marcelo Farias Pereira - 42 pontos
9) Mauro - 42 pontos
12) Natanael Felipe Rhoden - 40 pontos
12) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 40 pontos
12) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 40 pontos
15) Romário Braga - 35 pontos
16) Matteus Saldanha - 22 pontos
17) Ítalo Duarte - 0 ponto
17) Marcelo Vieira - 0 ponto
17) Juliano Schuler - 0 ponto
17) Ernani Leonel Muzeel - 0 ponto

Total:
1) Gabriel Dias - 284 pontos
2) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 257 pontos
3) Mauro - 249 pontos
4) Luiz Carlos Herrera - 245 pontos
5) Francisco Cavalin - 234 pontos
6) Natanael Felipe Rhoden - 224 pontos
7) Daniel Cardoso - 209 pontos
8) Marcelo Farias Pereira - 203 pontos
8) Maurício Dias - 203 pontos
10) Daniel Dias - 196 pontos
11) Matteus Saldanha - 183 pontos
12) Marcelo Vieira - 152 pontos
13) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 151 pontos
14) Romário Braga - 142 pontos
15) André Borges - 139 pontos
16) Juliano Schuler - 92 pontos
17) Eduardo Saraiva - 82 pontos
18) Pedro Henrique - 72 pontos
19) Ítalo Duarte - 27 pontos
20) Ernani Leonel Muzeel - 0 ponto



Quem vence em Baku?

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Buenas, depois da breve visita à América do Norte, voltamos para o Velho Continente com o GP da Europa, em Baku, a terra do maior enxadrista da história, não, meu mano Alexandre Dias? Príncipe de Baku, Garry Kasparov elevou o nome de seu país, o Azerbaijão, quando ainda era uma das repúblicas da União Soviética. A sétima etapa do Mundial de F-1 será disputada em um traçado urbano, passando pela parte histórica de Baku e pela zona mais moderna da cidade, com longas retas e curvas fechadas, em uma pista bem estreita. Um detalhe: Sebastian Vettel é o piloto da atualidade que mais rápido se adapta a uma pista desconhecida.
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para Baku:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP da Europa:
Sexta-feira: 6h, primeiro treino livre, 10h, segundo treino livre, ambos pelo Sportv
Sábado: 7h, terceiro treino livre, 10h, classificação, ambos pelo Sportv. A Globo transmite apenas o Q3.
Domingo: 10h, corrida, pela Globo. Será? Acho que o titio Bernie deveria dar uma olhada com o descaso da Globo pela F-1 atualmente.



Último colocado

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O momento para Felipe Massa é crucial. Percorrido um terço da temporada (sete de 21 corridas), Felipe Massa ocupa a última posição entre as quatro equipes que realmente contam em termos de resultado neste ano: Mercedes, Ferrari, Red Bull e Williams. E isto que até a quinta etapa, Max Verstappen, agora na Red Bull, teve quatro provas com a Toro Rosso.
Cumprido um terço da temporada, Massa é o lanterna.
Das duas, uma: ou o Massa tem a maior nuvem preta sobre a cabeça, embaixo da qual, tudo de ruim acontece para ele dentro da equipe, ou estamos tratando de um ex-piloto da F-1 que não sabemos por que não desocupa a moita.
Teremos uma grande mudança na dança das cadeiras dos pilotos para 2017.
A Williams deve ficar sem seus dois, porque Bottas deve ir para a Ferrari, e Massa não renovará. Alguém torce aí para que a Renault busque o Felipe? Sou mais o outro Felipe, o Nasr, na equipe francesa.



Hamilton e Vettel mereceram a vitória

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Ao contrário do narrado pela transmissão do Sportv, o GP do Canadá neste domingo foi muito bom. Não teve muitas disputas diretas na pista, a não ser a espetacular entre o holandês Max Verstappen, da Red Bull, e o alemão Nico Rosberg, da Mercedes, pela quarta posição no final da prova, mas foi uma corrida travada nas estratégias entre as equipes.
Nesse quesito, pouco deu para entender o porquê da parada prematura do tetracampeão Sebastian Vettel, da Ferrari, quando liderava na primeira parte, depois de uma largada fantástica sobre os pilotos da Mercedes. Aliás, o inglês Lewis Hamilton, grande vencedor da sétima etapa do Mundial de F-1, sua quinta em Montreal, partiu se arrastando e o Nico tentou superá-lo na freada da curva 1. No entanto, Hamilton é Hamilton, e o inglês foi engordando a curva até o rival ser obrigado a sair da pista, perdendo muito tempo e muitas posições.
Bem, a partir daí, a parada pela vitória ficou entre Vettel e Hamilton, com os dois carros rendendo muito parecido. O inglês Jenson Button, da McLaren, teve quebra de motor após 10 voltas e o safety car virtual foi acionado. O que fez então a Ferrari? Chamou seus dois pilotos para trocar os pneus ultramacios pelos supermacios, deixando a primeira posição para o tricampeão da Mercedes. A atitude da Ferrari foi tão incompreensível que Hamilton inclusive comentou com Vettel depois da corrida na sala pré-pódio.
- De repente, vi você indo para o box – disse o Lewis para o Sebastian (se referindo à primeira parada do alemão).
Vettel só sorriu e continuou comentando sobre a prova com Hamilton,rindo bastante, aparentemente não se importando pelo erro da equipe. A única explicação plausível para a atitude da Ferrari seria uma aposta na chegada da chuva, que não deu as caras no circuito Gilles Villeneuve, derrubando totalmente as previsões do serviço de meteorologia para o domingo.
Na cabeça de Vettel podia estar passando um dado importante: a Ferrari estava de igual para igual com a Mercedes na prova. E isso é muito significativo. Na classificação no sábado, Vettel completou em terceiro mas muito próximo do tempo das Mercedes.
Felipe Massa, da Williams, foi obrigado a abandonar na metade da corrida com superaquecimento do motor Mercedes. A equipe o chamou para os boxes como medida preventiva. Seu companheiro, o finlandês Valtteri Bottas, foi o terceiro destaque da prova, além de Hamilton e Vettel, e completou o pódio, com uma corrida consistente e agressiva.
Um dos idiotas da Renault, no caso, o dinamarquês Kevin Magnussen, bateu de forma infantil, ainda no comecinho, na Sauber do brasileiro Felipe Nasr, que já estava carregando nas costas o seu carroção da Sauber. Em vez de os pilotos estarem preocupados com a tenra idade de Verstappen, deveriam circular um abaixo-assinado contra Jolyon Palmer e Magnussen, para que esses dois sujeitos não apareçam a menos de 2 mil quilômetros do circuito da prova do calendário.
Deixei por último o grande duelo de Verstappen e Rosberg. Soberba. Esse é o melhor termo para definir a atuação e a aula de defesa de posição do jovem da Red Bull. O alemão fez duas tentativas de ultrapassagem no final do retão da Raia Olímpica. Max deu o lado de fora da pista para o Nico e manteve a frente.
Rosberg então deu um refresco e deixou o ataque derradeiro para o complemento da penúltima volta. Max repetiu a manobra, Nico foi por fora e chegou a passar o intervalo de um carro, entretanto, perdeu a Mercedes na freada e saiu rodando antes da chicane do Muro dos Campeões. Rosberg não teve a capacidade de segurar o carro naquela situação extrema, mas absolvo o piloto alemão desta vez, pois as condições de equipamento naquela hora eram críticas, já no final da corrida.
Uma semana antes do GP da Europa, no Azerbaijão, no próximo domingo, Hamilton diminuiu a vantagem de Rosberg no campeonato para apenas nove pontos. E o tetra do piloto inglês começa a nascer no horizonte.
E aí, gostaram do GP do Canadá? Eu gostei.
Em tempo: nota 20 para Lewis Hamilton ao homenagear Muhammad Ali, morto na semana passada. O tricampeão imitou os passos dançados do maior pugilista de todos os tempos logo após ter saído do carro. Vettel ficou olhando e aprovou.

1. Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - 70 voltas - 1h31min05296
2. Sebastian Vettel (ALE/Ferrari) - a 5s011
3. Valtteri Bottas (FIN/Williams) -  a 46s422

4. Max Verstappen (HOL/Red Bull) - a 53s020
5. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 1min02s093
6. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - a 1min03s017
7. Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull) - a 1min03s634
8. Nico Hulkenberg (ALE/Force India) - a 1 volta
9. Carlos Sainz (ESP/Toro Rosso) - a 1 volta
10. Sergio Perez (MEX/Force India) - a 1 volta

11. Fernando Alonso (ESP/McLaren) - a 1 volta
12. Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso) - a 1 volta
13. Esteban Gutierrez (MEX/Haas) - a 2 voltas
14. Romain Grosjean (FRA/Haas) - a 2 voltas
15. Marcus Ericsson (SUE/Sauber) - a 2 voltas
16. Kevin Magnussen (DIN/Renault) - a 2 voltas
17. Pascal Wehrlein (ALE/Manor) - a 2 voltas
18. Felipe Nasr (BRA/Sauber) - a 2 voltas
19. Rio Haryanto (INA/Manor) - a 2 voltas

Abandonaram
Felipe Massa (BRA/Williams)
Joylon Palmer (ING/Renault)  
Jenson Button (ING/McLaren)  

Volta mais rápida - N. Rosberg - Mercedes - 1min15s599



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