Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Resultado da classificação para o GP do Canadá

Dias ao Volante
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1) L. Hamilton – Mercedes – 1min11s459
2) S. Vettel – Ferrari – 1min11s789
3) V. Bottas – Mercedes – 1min12s177
4) K. Raikkonen – Ferrari – 1min12s252
5) M. Verstappen – Red Bull – 1min12s403
6) D. Ricciardo – Red Bull – 1min12s557
7) F. Massa – Williams – 1min12s858
8) S. Perez – Force India – 1min13s018
9) E. Ocon – Force India – 1min13s135
10) N. Hulkenberg – Renault – 1min14s293

11) D. Kvyat – Toro Rosso
12) F. Alonso – McLaren
13) C. Sainz Jr – Toro Rosso
14) R. Grosjean – Haas
15) J. Palmer – Renault

16) S. Vandoorne – McLaren
17) L. Stroll – Williams
18) K. Magnussen – Haas
19) M. Ericsson – Sauber
20) P. Wehrlein – Sauber



Treino livre 3 para o GP do Canadá

Dias ao Volante
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1) S. Vettel – Ferrari – 1min12s572
2) K. Raikkonen – Ferrari – a 0s292
3) L. Hamilton – Mercedes – a 0s354
4) M. Verstappen – Red Bull – a 0s393
5) V. Bottas – Mercedes – a 0s638
6) N. Hulkenberg – Renault – a 0s921
7) F. Massa – Williams – a 0s955
8) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s973
9) E. Ocon – Force India – a 1s063
10) C. Sainz Jr – Toro Rosso – a 1s095
11) D. Kvyat – Toro Rosso – a 1s216
12) F. Alonso – McLaren – a 1s313
13) S. Perez – Force India – a 1s384
14) R. Grosjean – Haas – a 1s422
15) J. Palmer – Renault – a 1s530
16) S. Vandoorne – McLaren – a 1s656
17) K. Magnussen – Haas – a 1s820
18) L. Stroll – Williams – a 1s837
19) M. Ericsson – Sauber – a 2s311
20) P. Wehrlein – Sauber – a 2s393



Raikkonen brilha à tarde no Canadá

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Com um Lewis Hamilton muito disposto no circuito em que ele conquistou sua primeira vitória na Fórmula-1, em 2007, com a McLaren, o primeiro dia de treinos livres para o GP do Canadá, sétima etapa da temporada liderada por Sebastian Vettel, teve intensa briga entre as duas gigantes do momento. Com 25 pontos de desvantagem para o alemão da Ferrari no campeonato, Hamilton andou forte pela manhã no circuito Gilles Villeneuve e marcou a volta mais rápida. À tarde, no entanto, a Ferrari reagiu e comandou a sessão com Kimi Raikkonen, o pole position da etapa anterior, em Mônaco.
Vettel ficou com a terceira marca do dia, atrás de Hamilton e à frente de Valtteri Bottas, Max Verstappen, Felipe Massa e Fernando Alonso, que retornou de sua aventura nas 500 Milhas de Indianápolis e conseguiu a boa marca nesta sexta-feira utilizando apenas a força de seu talento, pois passou o dia reclamando do carro da McLaren e, principalmente, do motor Honda. Um dos especialistas da pista canadense, Daniel Riccardo teve uma série de problemas na parte da tarde, ficando dentro do box quase todo o tempo.
A classificação do GP do Canadá está prevista para as 14h (nosso horário) deste sábado. A corrida começa às 15h no domingo. Tudo entra para o Brasil pelo SporTV, pois a Globo prefere mostrar a rodada do Brasileirão no domingo.

1.   Raikkonen, Ferrari, 1:12:935 – 41 voltas
2.   Hamilton, Mercedes, a 0:215 – 41
3.   Vettel, Ferrari, a 0:265 – 41
4.   Bottas, Mercedes, a 0:375 – 42
5.   Verstappen, Red Bull, a 0:453 – 25
6.   Massa, Williams, a 1:128 – 38
7.   Alonso, McLaren, a 1:310 – 19
8.   Ocon, Force India, a 1:364 – 46
9.   Kvyat, Toro Rosso, a 1:526 – 38
10. Perez, Force India, a 1:566 – 41
11. Grosjean, Haas, a 1:631 – 33
12. Hulkenberg, Renault, a 1:669 – 38
13. Sainz Jr., Toro Rosso, a 1:686 – 43
14. Magnussen, Haas, a 1:741 – 35
15. Riccardo, Red Bull, a 2:137 – 8
16. Palmer, Renault, a 2:192 – 40
17. Stroll, Williams, a 2:305 – 40
18. Ericsson, Sauber, a 2:676 – 31
19. Vandoorne, McLaren, a 2:689 – 20
20. Wehrlein, Sauber, a 3:377 - 31



Eu já sabia!

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Nesta quinta-feira no circuito Gilles Villeneuve, aconteceram as tradicionais entrevistas com alguns pilotos que participarão da corrida de domingo. Enquanto torcedores passeavam pelo Parque de Montreal, na ilha artificial de Notre Dame, erguida para a Olimpíada de 76, levando a Ferrari literalmente na cabeça, Lewis Hamilton e Fernando Alonso eram atrações na sala de imprensa. O primeiro por ser um dos protagonistas do campeonato, ao lado de Sebastian Vettel, o líder, e o segundo por estar retornando à F-1 depois de sua brilhante participação nas 500 Milhas de Indianápolis, a qual comandou a maior parte do tempo mas teve quebra de motor a menos de 30 voltas para o final.
Com duas péssimas corridas no ano (Rússia e Mônaco), Hamilton está pressionado. Na semana passada, ele disse que o problema neste ano está sendo a instabilidade do carro. É mesmo, Lewis? É óbvio o que falta no bólido da Mercedes: alguém que encontre os acertos da máquina a cada prova, coisa que deveria ser competência sua, Lewis! Amigos, acompanhem minha coluna desta semana para o site Esporte de Fato, do meu amigo Luiz Humberto, do Rio. Podem ver que eu já sabia!
No próximo domingo, a Fórmula 1 dá um tempinho na fase europeia do calendário para uma breve visita à América, com o GP do Canadá, sétima etapa do Mundial. E a alça de mira continua apontada para o inglês Lewis Hamilton, colocado a 25 pontos do líder Sebastian Vettel.
Tudo isto por conta de uma surpreendente irregularidade do tricampeão da Mercedes, apático em duas etapas de uma temporada na qual era apontado como o grande favorito para o título. Afinal, está sentado novamente no cockpit da grande Flecha de Prata alemã, dona absoluta do circo nas últimas três temporadas. Para arrematar a sua condição, Hamilton finalmente estaria livre do companheiro e ferrenho oponente Nico Rosberg, atual campeão e aposentado precocemente.
Mas o campeonato tratou de desmentir os prognósticos. A Ferrari veio forte nas mãos de Vettel e, ao mesmo tempo, Hamilton protagonizou duas corridas irreconhecíveis, na Rússia e em Mônaco. Tão logo terminou a prova no Principado, com nova conquista do rival alemão, as conversas de paddock indicaram uma só direção: "o que está acontecendo com Hamilton?".
Na semana passada, o inglês tomou uma decisão, anunciando pela imprensa que iria à sede da equipe para ver se alguma coisa estava errada com sua máquina. Mais uma bola fora! Qualquer piloto pretendente ao titulo sabe que acompanhar a construção e o desenvolvimento do carro na fábrica é essencial. Apenas ficando na Mercedes, Rosberg era o chamado "rato de laboratório", sempre presente na sede da escuderia. Mais: já aposentado e escolhido como uma espécie de embaixador da Mercedes, Rosberg esteve na casa da estrela de três pontas em janeiro, acompanhando os trabalhos finais em um carro que ele nem pilotaria..
Todas estas mancadas de Hamilton nos levam aos bons tempos dos grandes acertadores de carro da Fórmula 1, atualmente meio ausentes porque os ajustes finos são feitos mais pelos engenheiros e seus computadores do que pelos pilotos. No entanto, o trabalho das maiores estrelas do circo ainda são necessários.
Na arte de acertar um carro, nenhum nome é mais lembrado que o de Nelson Piquet. Exímio ao volante e nos ajustes, o brasileiro tricampeão foi insuperável no quesito. Se um piloto reúne as duas qualidades, ganha contornos de ser um corredor completo e a admiração eterna dos membros da equipe, aqueles caras que ralam nos boxes para dar a arma necessária para a luta pela vitória. Piquet é idolatrado ainda hoje quando dá uma conferida in loco nos bastidores em alguma prova escolhida a dedo, pois Piquet é avesso ao estrelismo. Quando comparece em um autódromo, quase sempre está no abrigo da garagem de uma equipe, conversando com os amigos.
Em 1987, em meio à briga insana contra o inglês Nigel Mansell – talvez o maior "braço" que a Fórmula 1 teve mas um obtuso completo em acertar um carro -, Piquet escondia os ajustes até a hora da largada. No mesmo ano, o brasileiro fez sozinho todos os testes com a suspensão ativa – o carro "lê" as irregularidades do asfalto à frente e corrige automaticamente a altura em relação ao chão. Na primeira corrida com o dispositivo, Piquet deu uma lavada no companheiro em Monza, deixando o 'Leão' comendo poeira.
Como o inglês não conseguiu pilotar com aquela geringonça ultramoderna, a equipe – britânica e defensora do compatriota – decidiu suspender o uso do sistema. Em 88, todas as grandes escuderias resolveram imitar a suspensão ativa idealizada pela Williams e desenvolvida por Piquet.
Infelizmente, a arte dos acertadores não parece ser mais tão importante. Entretanto, Hamilton deveria saber que acompanhar o trabalho técnico em seu carro é vital para seu próprio sucesso.
Em tempo: o comportamento do carro da Mercedes não tem nada de irregular. Nas mesmas provas em que Hamilton andou mal, o companheiro Valtteri Bottas brigou sozinho, e bem, com as Ferrari.



Os pneus para o Canadá

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Para quem precisa atacar, a Mercedes não foi a mais ousada na escolha dos pneus para o GP do Canadá, no próximo fim de semana. Aliás, as três grandes do momento na Fórmula-1 fizeram pedidos diferentes para a Pirelli quanto ao número de jogos do ultramacio, o roxinho, que deve fazer o carro voar no circuito Gilles Villeneuve. Obviamente, mais recordes serão derrubados na sétima etapa do Mundial.
Das três equipes, a Ferrari reservou 9 jogos do ultra para Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen, a Mercedes, 8 para Lewis Hamilton e Valtteri Bottas e a Red Bull, 7 para Daniel Riccardo e Max Verstappen.



A volta de Kubica

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O polonês Robert Kubica, 32 anos, um dos grandes pilotos da F-1 moderna, retornou ao cockpit de um carro da categoria nesta terça-feira no circuito de Valência, na Espanha. Kubica se acidentou gravemente em uma prova amistosa de rali em 2011, quando ainda era piloto da Lotus na F-1. O polonês praticamente teve seu braço dilacerado na capotagem do rali, na Itália.
Depois, recuperou-se em parte, participou de algumas provas de rali e de Turismo mas esteve sempre distante de um possível retorno à F-1. Agora, o vencedor do GP do Canadá em 2008 - etapa do próximo domingo da temporada deste ano – e também protagonista de uma das batidas mais impressionantes dos últimos tempos em 2007 no circuito Gilles Villeneuve, se candidata a uma vaga para o ano que vem.
Kubica completou mais de cem voltas na pista de Valência em um carro da Lotus de 2013, e nada sentiu. Diz ele... Acho que seria um retorno de risco, pois o polonês não tem todos os movimentos na mão direita. No entanto, torço por ele.



Quem vence no Canadá?

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Vamos dar uma chegada na América do Norte? É a sétima etapa do Mundial, no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal. O GP do Canadá abrevia a fase europeia da F-1, que retorna na próxima, com o próprio GP da Europa, no Azerbaijão, dia 25. Já que o líder aqui no nosso Bolão sou eu, nada a declarar. Agora, para o Lewis Hamilton contra o Sebastian Vettel no Mundial, um recado apenas para o inglês: ou vence no Canadá ou começa a pensar em 2018.
Provavelmente, a corrida venha para nós pelo SporTV, pois tem a rodada no Brasileirão às 16h. A prova tem largada prevista para as 15h.
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para Montreal:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Quantos primeiros pilotos chegam à frente do companheiro na etapa (são os primeiros pilotos: Hamilton - Mercedes, Vettel - Ferrari, Ricciardo - Red Bull, Massa - Williams, Hulkenberg - Renault, Alonso - McLaren, Perez - Force Índia, Sainz Jr. - Toro Rosso, Grosjean - Haas e Ericsson - Sauber: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Décimo colocado na prova: sobrenome do piloto.
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Quantas vezes o safety car (o real, não o virtual) entra na pista na corrida: vale 5 pontos.
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP de Canadá:
Sexta-feira: 11h, primeiro treino livre, 15h, segundo treino livre, ambos pelo SporTV.
Sábado: 11h, terceiro treino livre, 14h, classificação, ambos pelo SporTV.
Domingo: 15h, pelo SporTV ou pela Globo.



Kanaan responde a Hamilton

Dias ao Volante
Publicado por em Indy ·

O brasileiro Tony Kanaan, campeão da Indy e das 500 Milhas de Indianápolis, esquentou a polêmica sobre o sucesso de Fernando Alonso na prova norte-americana em detrimento dos pilotos experientes nas corridas em circuito ovais. Depois do quinto lugar no Pole Day para as 500 Milhas, Alonso provocou um comentário de Lewis Hamilton. Para o tricampeão da Fórmula-1, "o fato do Fernando ter andado tão bem em Indianápolis em tão pouco tempo mostra o nível dos pilotos de lá!"
Kanaan mandou uma resposta para o representante da Mercedes.
- Ele (Hamilton) conseguiu perder um título tendo apenas um carro como concorrente – disse Tony, lembrando que o inglês perdeu o campeonato no ano passado para o companheiro Nico Rosberg, seu único adversário na temporada.
Nesta quinta-feira, a Ford confirmou a participação de Kanaan nas 24 Horas de Le Mans deste ano, previstas para o próximo dia 17, ao volante de um dos GT, em substituição ao francês Sebastian Bourdais, que sofreu um gravíssimo acidente nos treinos de preparação das 500 Milhas. Kanaan, 42 anos, estará no superesportivo de número 68. Outro brasileiro, Pipo Derani, correrá no 67.



O mundo secreto de Sainz Jr.

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Publicado por em F-1 ·

Continuando a série lançada pela Fórmula-1, vamos conhecer um pouco mais do espanhol Carlos Sainz Jr., 22 anos, filho da lenda do Mundial de Rali Carlos Sainz. O piloto da Toro Rosso está na fila da Escola de Talentos da Red Bull para conseguir um lugar na principal equipe do grupo. Talento é o que não falta para este guri.

- Além de dirigir um carro de F-1, qual é o seu negócio favorito?
Carlos Sainz: Pilotar um carro do Mundial de Rally.

- Que filme fez você chorar?
CS: Nunca chorei assistindo a um filme, mas o Lion me emocionou muito.

- Do que você tem medo?
CS: Faz algo arriscado que não seja capaz de controlar. Sou um amante do risco, mas tenho de estar no controle.

- Qual foi o último livro que você leu?
CS: A autobiografia de André Agassi, há cerca de um ano.

- O que seus professores disseram sobre você na avaliação escolar?
CS: Que eu não gostava de estudar, que eu era um pouco preguiçoso, mas que eu era inteligente o suficiente para me sair bem nas provas. (Risos)

- Você tem algum vício secreto?
CS: Hambúrgueres.

- Você coleciona alguma coisa?
CS: Meus capacetes e bonés, de todos os anos.

- O que você mais sente falta de casa quando viaja?
CS: Minha cama, meus lençóis, travesseiros e até meu próprio chuveiro.

- Qual foi a sua pior compra?
CS: Odeio ir às compras, então, compro muito pouco.

- Qual é o seu domingo ideal quando não tem GP?
CS: Correr cedo pela manhã, almoçar com toda a família, jogar golfe à tarde e, provavelmente, mais tarde, à noite, um cinema.

- Qual erro mais embaraçoso que você já cometeu?
CS: Rodando sozinho em uma das minhas primeiras corridas na Fórmula-BMW. Ninguém me fez cometer aquela estupidez.

- Quando foi a última vez que você ficou realmente brabo?
CS: Com certeza, a batida estúpida que dei no Lance Stroll no GP do Bahrein deste ano.

- Que superpoder você gostaria de ter: ser capaz de voar ou ser capaz de se tornar invisível?
CS: Ser capaz de voar. Isso tornaria a vida muito mais fácil! Basta pensar: estender os braços e sair do autódromo depois da corrida. Mas que não tenha nenhuma roupa estranha, como calças justas ou uma capa ridícula! (Risos)

- O que você canta no chuveiro?
CS: Não canto. Sou um ouvinte de música passivo.

- Você acredita no amor à primeira vista?
CS: Não. Atração sim, mas não amor!

- Qual é a pior coisa em ser famoso?
CS: Até agora, não fui tão famoso. Mas às vezes é estranho quando você está em um restaurante e as pessoas olham para você. Eles não dizem nada, não vêm pedir autógrafo. Eles apenas olham e isso é um pouco estranho! Mas acontece apenas na Espanha. Moro em Londres, onde quase ninguém me reconhece.

- Qual é a pergunta mais estranha que já te fizeram?
CS: Foi um assunto meio "baixo", então, não vou dizer!

- O que tem no seu futuro?
CS: Continuar correndo na F-1, depois, fazer um rali.

- Você pode convidar três pessoas para jantar, viva ou que já tenha morrido. Quem você convidaria?
CS: Muhammad Ali, Michael Jordan e Rafael Nadal.

- Qual é a melhor coisa em ser criança?
CS: Que eu sempre tive meus pais para me socorrer. Ou seja, uma vida livre de responsabilidades.

- O que todos deveriam experimentar uma vez na vida?
CS: Conduzir um carro da Fórmula-1. É uma sensação de que eu gostaria que minha família experimentasse uma vez, então, eles conseguiriam saber o que sinto a cada segundo no fim de semana de corrida.



Alonso, o Estreante das 500 Milhas

Dias ao Volante
Publicado por em Indy ·

Como não poderia ser diferente, Fernando Alonso foi escolhido pela Indy como o Estreante do Ano na edição das 500 Milhas de Indianápolis, disputadas no último domingo. O espanhol conquistou os norte-americanos pela grande atuação (agradeceu aos torcedores depois deixar o carro com motor estourado a pouco menos de 30 voltas para o final, na imagem aí de cima), por ter sido o principal motivador da enorme audiência da prova pelo mundo inteiro e pela extrema simpatia e interesse do bicampeão da F-1 nos dias em que esteve envolvido com as 500 Milhas.
Alonso curtiu tudo, ainda bebeu do leite dado tradicionalmente aos vencedores da mítica corrida e embolsou R$ 1 mihão pelo título de Estreante do Ano. O ganhador, o japonês Takuma Sato, receberá cerca de R$ 9 milhões pela vitória na corrida.



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