F-1 - Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Conheça mais do Sebastian

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Continuando a série feita pela Fórmula-1 com o perfil dos pilotos do atual grid, vamos conhecer um pouco mais do tetracampeão Sebastian Vettel, os quatro título pela Red Bull, de 2010 a 2013, 29 anos de idade recém-completados, o mais jovem campeão da principal categoria do automobilismo. Acompanhe as preferências do piloto da Ferrari de número 5.

- Uma comida:
SV: salada caprese .

- Um companheiro de equipe:
SV: Kimi Raikkonen.

- Pizza:
SV: prosciutto.

- Circuito:
SV: Suzuka (Japão).

- Um carro de rua:
SV: qualquer Ferrari.

- Um carro de corrida:
SV: a Ferrari F2004 (carro do heptacampeonato de Schumacher)

- Um destino de férias:
SV: minha casa.

- Um jogo de diversão:
SV: gamão.

- Um esporte para praticar:
SV: futebol.

- Uma corrida da história que você queria ver:
SV: GP de Mônaco de 1961 (vitória do inglês Sir Stirling Moss, com uma Lotus-Climax).

- Uma música:
SV: Imagine, de John Lennon.

- Uma bebida:
SV: água.

- Um livro:
SV: A História da F-1.

- Uma cidade para morar:
SV: Melbourne, na Austrália.

- Um filme:
SV : Um Sonho de Liberdade (com Tim Robbins e Morgan Freeman).  

- Uma fruta:
SV: maça.

- Vegetal:
SV: beringela.

- Um transporte:
SV: carro.

- Um acessório:
SV: relógio.

- Uma curva ou setor de um circuito da F-1:
SV: o primeiro setor de Suzuka (sequência de Esses em subida).

- Uma boa idade na vida:
SV: estou feliz com a minha idade atual (29).

- Uma época ideal para correr na F-1:
SV: início dos anos 90.

- Uma banda:
SV: Philipp Poisel (cantor e guitarrista alemão).

- Equipamento de academia:
SV: halteres.

- Calçado:
SV: tênis.

- Doce:
SV: sorvete de baunilha.

- Uma boa lembrança de sua carreira:
SV: o que tem por vir.

- Uma pessoa para conviver:
SV: minha namorada (alemã Hanna Prater, sua amiga de infância).



Tomara que seja verdade!

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O italiano Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari nos cinco títulos do heptacampeão Michael Schumacher na equipe vermelha, e amigo do ex-piloto alemão, que sofreu uma grave queda no esqui no final de 2013, é o responsável pela mais recente notícia sobre o mito das pistas. Schumacher está em coma desde o seu acidente e conta com uma UTI completa instalada em sua casa na Suíça, acompanhado sempre de uma equipe de 15 médicos especialistas em traumatismo cerebral.
Para Luca, "Michael sairá desta. Ele teve melhoras nos últimos dias. Vi ele conquistar muitas vitórias na pista, e agora veremos ele se recuperar e voltar à vida".
Tomara que essa boa-nova do Montezemolo seja real. Todos nós queremos acreditar nisso. Uma das poucas informações vindas da Suíça dizia que o Schumi, ainda inconsciente, chora quando ouve a voz da mulher e dos filhos.



Fórmula-1 de olho em 2017

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Nas férias do verão europeu do Mundial, a Fórmula-1 faz um balanço de como anda a dança das cadeiras para o próximo campeonato. Três equipes, as principais, já definiram sua dupla para 2017, com o inglês Lewis Hamilton e o alemão Nico Rosberg na Mercedes, o alemão Sebastian Vettel e o finlandês Kimi Raikkonen na Ferrari e o australiano Daniel Ricciardo e o holandês Max Verstappen na Red Bull. Nas outras oito escuderias, tem vagas de todos os tipos e calibres.

Williams
Os contratos de Felipe Massa e o finlandês Valtteri Bottas terminam no final deste ano. A renovação com Bottas é mais provável, com Massa pendendo para a Renault ou Toro Rosso, se a Williams não comprovar ter um pacote técnico confiável para 2017. Os reservas, o escocês Paul di Resta e o inglês Alex Lynn (da GP2), têm alguma chance, assim como o inglês Jenson Button, hoje na McLaren. O campeão de 2009 pela Brawn já correu pela Williams e continua sendo sonho do Frank.

Renault
A dupla atual está pela bola 7. Nem o dinamarquês Kevin Magnussen nem o inglês Jolyon Palmer devem renovar. Uma esteira de pilotos tem sido ligada à equipe francesa, que tem enorme potencial para subir de patamar no próximo ano. O mexicano Sergio Perez, o espanhol Carlos Sainz Jr., Massa, Bottas e o francês Esteban Ocon (substituto do indonésio Rio Haryanto na Manor a partir da volta da F-1 neste ano) são nomes que aparecem nessa esteira de pretendentes. A Renault promete revelar sua dupla até setembro.
Haas
O francês Romain Grosjean tem sido o grande orientador da jovem equipe norte-americana e deve permanecer. O mexicano Esteban Gutierrez teve um mau começo de campeonato mas tem se recuperado nas últimas provas. O monegasco Charles Leclerc, atual líder da GP3, está de olho em uma vaguinha na Haas.

Sauber
Tanto Felipe Nasr quanto o sueco Marcus Ericsson podem ficar porque fazem parte dos planos dos novos investidores da equipe suíça. No entanto, Nasr tem bom trânsito em outras equipes. O brasileiro pode pintar na Williams ou na Renault, se não ficar.

Manor
O alemão Pascal Wehrlein é piloto da Mercedes. Ficará na Manor se quiser, mas pode buscar outros bancos, sempre com a equipe prateada dando força, como na Force India. Haryanto, que cedeu seu lugar para Ocon neste ano, pode retornar em 2017 se o francês, bom piloto, buscar outra equipe. O norte-americano Alex Rossi, vencedor das 500 Milhas de Indianápolis em 2016, corredor da Manor quando a equipe se chamava Marussia, pode voltar.

McLaren
O espanhol Fernando Alonso só não fica em 2017 se não quiser, assim como Button. Se aparecer uma vaga na McLaren, será do belga Stoffel Vandoorne, piloto reserva neste ano.

Force India
O alemão Nico Hulkenberg merece uma equipe mais forte há muito tempo. O problema é que essa escuderia não aparece nunca, mantendo o alemão na Force India. Perez ficará se não fechar com a Renault.

Toro Rosso
Sainz Jr. já teve seu contrato renovado com a Toro Rosso, mas ainda pode sair, se tiver lugar melhor. O russo Daniil Kvyat foi rebaixado da Red Bull por incompetência e deve ser mais rebaixado ainda, indo para a rua, pelos mesmos motivos. O francês Pierre Gasly, vice-líder da GP2 neste ano e piloto da Escola de Talentos da Red Bull, surge como nome quase certo para o segundo carro da equipe italiana em 2017.



A paz dos ferraristas

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Uma das coisas mais difíceis de acontecer com dois pilotos campeões em uma mesma equipe é a harmonia entre ambos. Com o alemão Sebastian Vettel e o finlandês Kimi Raikkonen na Ferrari, no entanto, isso não é problema, muito antes pelo contrário. Por que? Porque os dois são avessos ao estrelismo, se dão muito bem há um bom tempo e um não vê o outro como rival.
Nesta quinta-feira, o tetracampeão colocou no seu Face uma foto do casamento do Homem de Gelo com Minttu Virtanen (eles já têm um filho) na histórica Abadia de San Galgano, em Siena, na Itália. O casamento foi realizado na semana passada, em meio às férias do verão europeu da F-1.
Para garantir a privacidade, coisa que o Kimi faz questão, a Abadia foi fechada para o público. Estiveram presentes à cerimônia os chefes de equipe da Ferrari Maurizio Arrivabene e Gino Rosato. Esse é o segundo casamento do campeão de 2007. O Ice Man foi casado por nove anos, de 2004 a 2013, com Jenni Dahlman, que foi Miss Escandinávia.
Já o Sebastian namora há muito tempo sua amiga de infância Hanna Prater.



Chute no Haryanto!

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Não deu mais para o indonésio Rio Haryanto na Manor. O cara tinha dinheiro para correr só até a Alemanha. Na volta das férias da F-1, o seu lugar já será ocupado pelo francês Esteban Ocon, 19 anos, nascido em Évreux no dia 17 de setembro de 1996, quase 20 anos, portanto. Pena, o Rio era um cara que todo o circo gostava, um sujeitinho simpático. Mas como a F-1 não vive de simpatia, pé na bunda!
Ocon conseguiu o título do Europeu de F-3 em 2014 e o da GP3 no ano passado. Correrá no Mundial com o número 34.



O grande Pitanguy e Lauda

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Morreu neste sábado um dos maiores brasileiros, o cirurgião plástico Ivo Pitanguy, aos 90 anos, de uma parada cardíaca sofrida em sua casa, em São Paulo, um dia após ter conduzido a Tocha Olímpica dos Jogos do Rio.
O mineiro, nascido no dia 5 de julho de 1926, em Belo Horizonte, é considerado o maior cirurgião plástico do mundo. Tanto que foi o responsável por praticamente ter refeito o rosto do austríaco Niki Lauda após o terrível acidente do tricampeão em Nürburgring, no GP da Alemanha de 1976.
Lembro muito bem desse episódio. Os ferimentos sofridos por Lauda quando a Ferrari de número 1 bateu e explodiu foram os piores possíveis. Depois de ter recebido a extrema-unção no hospital e ter se recuperado da contaminação em seus pulmões por ter inalado muita fumaça, Lauda, os médicos e o empresário do piloto austríaco logo lembraram de Pitanguy, o único médico capaz de fazer Lauda voltar à vida normal.
Para o estado em que ficou o rosto de Niki, Pitanguy fez um verdadeiro milagre. E Lauda nunca esqueceu isso.
Vá em paz, Pitanguy!



A McLaren voltará. É certo!

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Fundada em 1966 pelo piloto neozelandês Bruce McLaren, a equipe inglesa McLaren é a mais poderosa da Fórmula-1, mais inclusive que a Ferrari, a principal da categoria máxima do automobilismo. A escuderia campeã pela primeira vez em 1974, com Emerson Fittipaldi, sempre atravessou fases, boas, na maior parte do tempo, e ruins.
A pior antes da atual foi do final de 1993, quando Ayrton Senna deixou o time, se transferindo para a fatídica Williams, até 1997. O que esse intervalo tem a ver com o atual da equipe inglesa? Um novo motor. Naquela oportunidade, a esquadra transformada em gigante nos anos 80 por Ron Dennis e seu projeto MP4, financiado pelo petrodólares do saudita Mansour Ojjeh, o dono de fato da McLaren, começou a competir com o novo propulsor da Mercedes. Foram quase três anos para a equipe se acertar, ajudada decisivamente também pela chegada do mago projetista Adrian Newey, hoje na Red Bull. Quando acertou, papou o bicampeonato com o finlandês Mika Hakkinen.
Agora, a McLaren cumpre sua segunda temporada usando o novo motor Honda. A equipe não conta mais com Newey, mas tem um potencial imenso para voltar à parte de cima do pelotão, seu lugar histórico e de direito.
Eu não tenho a menor dúvida de que a McLaren voltará a ser protagonista da F-1. E bem pode ser já no próximo ano, no qual os japoneses terão acertado o propulsor e um novo regulamento técnico entrará em vigor. Um cenário ideal para uma reviravolta.



A macarronada azeda da Ferrari

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Terminada a primeira parte do Mundial de Fórmula-1, com as férias de três semanas do verão europeu, a Ferrari vai para o descanso com uma dor de cabeça digna de um porre do pior uísque da praça. E tudo foi provocado única e exclusivamente pelas mãos da própria equipe vermelha.
Bem antes da pré-temporada, o comando da Ferrari e Sebastian Vettel davam como certeza que a equipe brigaria ombro a ombro com a Mercedes em 2016. A experiente e poderosa escuderia italiana superestimou suas forças e ignorou a capacidade de aperfeiçoamento da esquadra alemã, como se a Mercedes pudesse ficar esperando pela chegada da italiana para uma briga igual.
Enquanto isto, a Red Bull, mesmo não contando com o motor mais forte da categoria, tratou de investir no projeto do chassi. Resultado: a equipe austríaca já é a segunda do campeonato, até lutando de igual para igual com a Mercedes em algumas pistas.
Embora Vettel e Kimi Raikkonen digam que a equipe possa se recuperar nesse intervalo do Mundial, pouco pode ser feito para que isso realmente aconteça.
Não adianta as pessoas virem cobrar de Maurizio Arrivabene, o chefe de equipe da Ferrari. O cara é um bom dirigente, que se dá muito bem com seus dois pilotos. Aliás, excelentes pilotos, acima de qualquer suspeita, em especial o tetracampeão Vettel.



Perfil de Carlos Sainz Jr.

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Continuando a série de perfis feitos pela própria Fórmula-1 dos pilotos do grid deste ano, acompanhe as preferências do espanhol Carlos Sainz Jr., 21 anos, filho do lendário corredor do Mundial de Rali Carlos Sainz.

- Uma comida:
CS: lasanha da minha avó.

- Pizza:
CS: a clássica : margherita, molho de tomate e mussarela.

- Vídeogame:
CS: Campeonato Mundial de Rally (assunto de família).

- Local de férias:
CS: Madrid, minha cidade natal. Quase nunca estou em casa , então, lá seria o local ideal.

- Um circuito da F-1:
CS: certamente, Spa –Francorchamps (Bélgica, próxima etapa).

- Carro de rua:
CS: amo os Porsche.

- Carro de corrida:
CS: o RB9 Red Bull (carro que deu o tetracampeonato para Sebastian Vettel, em 2013, com 13 vitórias), não há dúvida sobre isso.

- Cor de roupa:
CS: azul.

- Esporte para praticar:
CS: futebol.

- Uma banda:
CS: Kings of Leon (do Tennessee, EUA).

- Uma bebida:
CS: Red Bull, claro!

- Um livro:
CS: biografias esportivas.

- Uma cidade para morar:
CS: Madrid, onde mais?

- Uma pessoa para conviver:
CS: minha esposa futuro.

- Um companheiro de equipe:
CS: Max Verstappen (ex-Toro Rosso, agora na Red Bull) ou Daniil Kvyat (ex-Red Bull, agora na Toro Rosso) . Pelo menos, conheço os dois.

- Um treinamento:
CS: bike.

- Uma fruta:
CS: banana.

- Vegetal:
CS: aspargo.

- Um transporte:
CS: automóvel.

- Internet:
CS: PlayStation.

- Uma curva da F-1:
CS: Eau Rouge (de Spa).

- A idade ideal:
CS: 28 anos. Ainda tenho algum tempo antes disso. Terei mais experiência.

- Época ideal para correr na F-1:
CS: década de 90. Os carros eram fantásticos!



O grande Chris Amon

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Considerado o maior piloto do mundo a não vencer uma prova sequer na Fórmula-1, o neozelandês Christopher Arthur Amon, ou simplesmente Chris Amon, morreu nesta quarta-feira aos 73 anos, em decorrência de um câncer, não divulgado pela família, mas possivelmente de pulmão, pois o cara era um dos corredores da Era Romântica do automobilismo que fumavam, como dá para ver aí na foto, de 1971.
Como já disse aqui várias vezes, comecei a acompanhar a F-1 em 1972, quando a Globo deu início às transmissões para o Brasil na esteira de sucesso de Emerson Fittipaldi. Como todos sabem, o nosso Rato foi campeão naquele ano. Eu tinha 13 anos de idade e logo me apaixonei por aquela até então desconhecida categoria e por aquele mágico carro da Lotus preto e dourado, o mais lindo de todos os tempos.
Já em meio ao campeonato, e com o Emerson liderando o Mundial, veio o GP da França, no circuito de Clermont-Ferrand, fantástico, uma espécie de Spa-Francorchamps já que utilizava estradas do interior da França em meio à densa vegetação de árvores.
A pole position naquela prova foi conquistada por Chris Amon, a bordo do carro francês Matra. Extremamente rápido e azarado, o neozelandês comandou a prova, em meio ao duelo pelo campeonato entre o escocês Jackie Stewart, de Tyrrell, o vencedor daquela corrida, e Emerson, o segundo colocado, mas teve problemas com o rendimento do motor. No final, Amon ainda subiu no terceiro posto do pódio. Nunca esqueci daquela prova e nem de Chris Amon.
No entanto, aquela corrida mágica na França foi a única expressiva de Amon naquele ano. O cara apareceu como um relâmpago e se apagou em seguida. Embora não tenha obtido o sucesso merecido em termos de resultados na F-1, Amon sempre foi muito respeitado pelos colegas pilotos e por todo o circo.
Correu na Reg Parnell, Brabham, Cooper, Ferrari, March, Matra, Tecno, Tyrrell, Amon, BRM, Ensign e Wolf, se despedindo das pistas em 1976, depois do GP do Canadá, e voltando à Nova Zelândia para ajudar nos negócios da família.
Amon não conseguiu nenhuma vitória na F-1, mas conquistou as 24 Horas de Le Mans em 1966, ao lado do compatriota Bruce McLaren, o fundador da poderosa equipe inglesa, com um Ford GT40.
Eu gostava muito do Chris Amon, porque ele ajudou na minha paixão pela F-1.



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