F-1 - Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Lewis corre com Senna em Interlagos

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Lewis Hamilton não só chegou a São Paulo para o GP do Brasil como também apresentou o capacete com o qual correrá no domingo, um tributo ao seu grande ídolo, Ayrton Senna. Como a partir deste ano os pilotos não podem trocar o visual de seus capacetes, o tricampeão pintou o capacete de Senna na parte de trás do seu.
É uma homenagem nem um pouco oportunista. Hamilton não precisa disso. Sempre o considerei O Cara na F-1, desde que pintou assombrando o todo poderoso e já bicampeão Fernando Alonso na McLaren, em 2007.
E como sempre brinco que me considero também inglês, além de brasileiro, desde que a Betinha, a Rainha Elisabeth II, me ordenou Sir em viagem à Inglaterra em 2003, só não torci pelo Lewis nos 500 metros finais daquela decisão de 2008, contra Felipe Massa. Ali, parecia que o título voltaria ao Brasil. Por isso torci, ali, para o Massa.
Acompanho a F-1 desde 1972 porque amo essa categoria, mais do que o automobilismo propriamente dito. Não sou como a grande parte dos brasileiros que deixou seu amor de lado pela F-1 quando o Senna morreu. Mas torci pelo Emerson Fittipaldi, pelo Nelson Piquet e pelo Ayrton Senna, além da F-1. Depois, não consegui mais torcer para nenhum brasileiro. Agora, acompanho bem de perto o Felipe Nasr, um grande potencial que temos.
Continuei a fazer a cobertura do Mundial profissionalmente e por amor à categoria. Se torci para outros pilotos? Sim. Torci para o Mika Hakkinen, o último gentleman da F-1, para o Jacques Villeneuve no seu ano contra o Michael Schumacher, para o Kimi Raikkonen, o cara mais autêntico depois do Piquet, e agora torço para o Hamilton e, principalmente, para o Sebastian Vettel, esse, sim, o grande nome da F-1 nos anos 2000. É alemão? E daí?



Emerson na Mercedes

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Com uma febre de quase 40 graus, possivelmente de uma gripe após o GP do México, Lewis Hamilton deveria ter chegado ao Brasil nesta quarta. No entanto, seu médico disse que o tricampeão desembarca em Interlagos nesta quinta, diretamente para o GP do Brasil. Se não correr, Emerson Fittipaldi, com 68 anos e vencedor em Interlagos em 1973 (foto) e 1974, estará a bordo da Mercedes de número 44.
Calma, essa foi a brincadeira que nosso bicampeão fez nesta quarta no circuito paulista.
- Com esta Mercedes, pilotaria numa boa.
Agora, sério: se Hamilton não puder participar da penúltima etapa do Mundial, o que dificilmente ocorrerá (ele não correr), estará no carro o piloto reserva da equipe prateada, o jovem alemão de 18 anos Pascal Wehrlein, o mais novo piloto a vencer uma prova do famoso DTM.
Mas que seria uma delícia ver o Rato novamente em ação, ah, isto seria. Calma de novo, ainda não enlouqueci totalmente.



Quem vence no Brasil?

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Buenas, chegamos à nossa corrida. Com o campeonato definido em favor de Lewis Hamilton e da Mercedes, resta a briga pelo vice entre Nico Rosberg e Sebastian Vettel e a intensa luta pelo título no nosso Bolão. A prova em Interlagos tem todos os ingredientes para, mais uma vez, ser uma das melhores do ano.
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post ou para meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) até cinco minutos antes do treino de classificação.
Regulamento e itens para o Brasil:
Pole position: 5 pontos
Segundo do grid: 2 pontos
Terceiro do grid: 2 pontos
Vencedor da corrida: 25 pontos
Segundo, terceiro, quarto e quinto da corrida: 5 pontos para cada um
Equipe com mais pontos na prova: 5 pontos
Volta mais rápida da prova: 5 pontos
Piloto com mais voltas na liderança da prova: 5 pontos
Último colocado da prova (classificação oficial da FIA): 15 pontos
Quantos "segundos pilotos" das cinco grandes (e de grande a McLaren tá só no nome) chegarão na frente de seu "primeiro piloto" - Red Bull (Daniil Kvyat), Mercedes (Nico Rosberg), Ferrari (Kimi Raikkonen), Williams (Valtteri Bottas) e McLaren (Jenson Button): 5 pontos
Meu desafio: como já coloquei em um post na semana passada, entre os pilotos atuais com vitórias, três são virgem de vitória em Interlagos. Pois então quero saber: o tabu acaba para Hamilton, Alonso ou Ricciardo? Vale 5 pontos.
Desafio do Gabriel: quer saber se nossos dois pilotos, Felipe Massa e Felipe Nasr, chegam, os dois, à zona de pontuação no Brasil? Sim ou não. Vale 5 pontos
Gabaritar os cinco primeiros: mais 15 pontos
Acertar os cinco primeiros fora de ordem: 5 pontos
Para acompanhar tudo ao vivo Interlagos:
Sexta-feira: 10h: primeiro treino livre, 14h, segundo treino livre, ambos pelo Sportv.
Sábado: 11h: terceiro treino livre, pelo Sportv, 14h, treino de classificação, pelo Sportv e pela Globo.
Domingo: 14h: corrida, pela Globo.



Os virgens de Interlagos

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Embora no calendário apenas a partir de 1973, com a vitória de Emerson Fittipaldi, com a Lotus 72D, o GP do Brasil já faz parte da galeria das provas mais tradicionais da F-1, ao lado de Monza, Silverstone, Spa-Francorchamps, Mônaco, GP da Espanha (hoje em Montmeló) e GP dos EUA (hoje no Circuito das Américas).
Entre os atuais pilotos com vitórias, três nunca venceram em Interlagos, mais precisamente dois, Lewis Hamilton e Fernando Alonso, embora o inglês tenha comemorado seu primeiro título na pista paulista, em 2008, e o espanhol seus dois campeonatos, em 2005 e 2006. O outro da lista é Daniel Ricciardo.
Os vencedores de Interlagos da atual turma são:
Felipe Massa, duas vezes, em 2006 e 2008.
Sebastian Vettel, duas vezes, em 2010 e 2013.
Kimi Raikkonen, herdou a vitória de Massa em 2007 e comemorou o título em Interlagos.
Jenson Button, em 2012.
Nico Rosberg, em 2014.
Mark Webber, que se despediu em 2013, venceu em 2009 e 2011.
Hamilton, muito provavelmente, e Ricciardo têm chances de acabar com o tabu. Alonso, nem se chover duas semanas seguidas em São Paulo.



O Bolão depois do México

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O Bolão se aproxima do final e o nosso Natanael começa a sedimentar seu caminho à vitória. Mas, obviamente, não tá decidido. Ao lado do Nico Rosberg, o Fabrício foi o grande vencedor no Hermanos Rodriguez, que aproximou a F-1 do público, com a ótima ideia de os carros passarem bem próximos da galera, no estádio do circuito mexicano.
A próxima parada é aqui no Brasil. E a corrida em Interlagos está aberta para quase qualquer resultado, após a definição antecipada do título em favor do Lewis Hamilton.
Parâmetros utilizados para o GP do México:
Pole position: Rosberg
Segundo do grid: Hamilton
Terceiro do grid: Vettel
Vencedor da corrida: Rosberg
Segundo, terceiro, quarto e quinto da corrida: Hamilton, Bottas, Kvyat e Riccardo
Equipe com mais pontos na prova: Mercedes
Volta mais rápida da prova: Rosberg
Piloto com mais voltas na liderança da prova: Rosberg
Último colocado da prova (classificação oficial da FIA): Alonso
Quantos "segundos pilotos" das cinco grandes (e de grande a McLaren tá só no nome) chegarão na frente de seu "primeiro piloto" - Red Bull (Daniil Kvyat), Mercedes (Nico Rosberg), Ferrari (Kimi Raikkonen), Williams (Valtteri Bottas) e McLaren (Jenson Button): quatro (Rosberg, Bottas, Kvyat e Button
Meu desafio: a Williams é a última vencedora do GP do México, com Nigel Mansell, em 1992. Quero saber quem chega na frente na corrida entre o Massa e o Bottas. Bottas
Desafio do Gabriel: o piloto da casa, o Sergio Perez, sobe no pódio no domingo? Não
México:
1) Fabrício Martins Tavares - 55 pontos
2) Luiz Carlos Herrera - 54 pontos
3) Daniel Dias - 34 pontos
3) Natanael Felipe Rhoden - 34 pontos
5) Pedro Henrique - 29 pontos
6) Mauro - 27 pontos
6) André Borges - 27 pontos
8) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 22 pontos
8) Eduardo Saraiva - 22 pontos
8) Eduardo Parise - 22 pontos
11) Juliano Schuler - 19 pontos
11) Francisco Cavalin - 19 pontos
13) Gabriel Dias - 12 pontos
14) Daniel Cardoso - 10 pontos
15) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 5 pontos
16) Romário Braga - 0 ponto
16) Ismael Reichert - 0 ponto
16) Marcelo Farias Pereira - 0 ponto
16) Ítalo Mezari Duarte - 0 ponto
16) Henrique De Conto - 0 ponto
16) Marcelo Vieira - 0 ponto
Total:
1) Natanael Felipe Rhoden - 741 pontos
2) Daniel Cardoso - 702 pontos
3) Mauro - 676 pontos
4) Daniel Dias - 645 pontos
5) Eduardo Parise - 624 pontos
6) Pedro Henrique - 619 pontos
7) Luiz Carlos Herrera - 611 pontos
8) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 607 pontos
9) Eduardo Saraiva - 594 pontos
10) Gabriel Dias - 580 pontos
11) Ismael Reichert - 489 pontos
12) Fabrício Martins Tavares - 438 pontos
13) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 435 pontos
14) Francisco Cavalin - 426 pontos
15) Marcelo Farias Pereira - 420 pontos
16) Juliano Schuler - 413 pontos
17) André Borges - 349 pontos
18) Romário Braga - 340 pontos
19) Henrique De Conto - 253 pontos
20) Ítalo Mezari Duarte - 131 pontos
21) Marcelo Vieira - 122 pontos



Novidades de Interlagos

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Há pouco mais de uma semana do GP do Brasil, Interlagos já vive o circo da Fórmula-1. Neste ano, o autódromo José Carlos Pace ganhou uma nova torre de imprensa, construída na entrada dos boxes, antes da famosa torre de cronometragem. Também foram feitas novas salas para as equipes, atrás do padock, feitas de concreto. Até o ano passado, as equipes dispunham de modestas casinhas feitas de material compensado, pobres para a F-1.
Logo após o GP do México, o circo se deslocou para o Brasil nos três Jumbos da FOM diretamente para o aeroporto de Viracopos, em Campinas. O circo entra no país por Viracopos por causa do tamanho da pista, maior do que as de Guarulhos. Depois, vai para a cidade de São Paulo em um extenso comboio de caminhões.



O México merecia mais

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Com um corrida monótona, tudo o que o enorme público mexicano, apaixonado por automobilismo, não merecia, Nico Rosberg venceu neste domingo no Circuito Hermanos Rodriguez, e a Mercedes completou mais uma dobradinha com Lewis Hamilton, tricampeão antecipado na prova anterior, nos EUA.
Na única briga que resta, pelo vice, Rosberg ainda viu a péssima corrida do rival Sebastian Vettel. O tetracampeão deu uma de Ayrton Senna na pista de Adelaide em 1985, na qual o tricampeão saiu inúmeras vezes da pista, e o alemão finalmente bateu sozinho de frente na barreira de proteção. Com isso, Rosberg encaminhou bem seu segundo vice seguido, a duas provas do final, Interlagos e Abu Dhabi.
Tudo agora se volta para o GP do Brasil, daqui a duas semanas. Com todos mais relaxados, a corrida brasileira deve ser uma das melhores da temporada.
1. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 71 voltas
2. Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - a1s9
3. Valtteri Bottas (FIN/Williams) - a 14s5
4. Daniil Kvyat (RUS/Red Bull) - a 16s5
5. Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull) - a 19s6
6. Felipe Massa (BRA/Williams) - a 21s4
7.  Nico Hulkenberg (ALE/Force India) - a 25s8
8.  Sergio Perez (MEX/Force India) - a 34s3
9. Max Verstappen (HOL/Toro Rosso) - a 35s2
10. Romain Grosjean (FRA/Lotus) - a 37s9
11. Pastor Maldonado (VEN/Lotus) - a 38s5
12. Marcus Ericsson (SUE/Sauber) - a 40s1
13. Carlos Sainz (ESP/Toro Rosso) - a 48s7
14. Jenson Button (ING/McLaren) - a 49s2
15. Alexander Rossi (EUA/Manor) - a 2 voltas
16. Will Stevens (ING/Manor) - a 2 voltas

Não chegaram
Felipe Nasr (BRA/Sauber)
Sebastian Vettel (ALE/Ferrari)
Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari)
Fernando Alonso (ESP/McLaren)



O embaixador Emerson

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Emerson Fittipaldi é uma espécie de embaixador do GP do México, a exemplo do que é o ítalo-americano Mario Andretti para o GP dos EUA, no Circuito das Américas. Carente de ídolos vivos, após as mortes trágicas dos irmãos Rodriguez, Ricardo e Pedro, Emerson viveu dias de ídolo para a fanática torcida mexicana.
O eterno Rato meio que pegou o bastão dos Hermanos Rodriguez (Pedro morreu em 1971) e passou a ser o representante latino-americano na principal categoria do automobilismo, a partir do início dos anos 70 e, principalmente, claro, abrindo as portas da F-1 para o Brasil.
Dono de um carisma e uma simpatia enormes, Emerson é ainda muito querido por todo o circo da F-1, como se estivesse na ativa.



O primeiro pódio do mito

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O GP do México, 23 anos depois, marca também o primeiro pódio do heptacampeão Michael Schumacher. O então jovem piloto vibrou como nunca ao subir ao pódio ao lado da dobradinha da Williams Nigel Mansell e Riccardo Patrese no circuito Hermanos Rodriguez.
Em 1992, Nelson Piquet já não era mais o companheiro do futuro campeão na Benetton e Ayrton Senna corria atrás de seu tetra em uma problemática McLaren daquele ano.
Nesta semana, no México, o presidente da FIA e amigo de Schumacher, o francês Jean Todt, disse que esteve com o alemão na Suíça.
- Só posso dizer que ele continua lutando, disse Todt.
Torcemos.



28 anos do tri de Piquet

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Neste domingo está completando 28 anos do tricampeonato de um dos maiores pilotos da História, Nelson Piquet, a bordo da fantástica Williams e sua louca disputa pelo título contra seu companheiro de equipe, o Leão Nigel Mansell, vencedor do último GP do México, há 23 anos.
Os dois pilotos da Williams chegaram a Suzuka com o inglês tendo de chegar à frente do brasileiro. Tinha depois o GP da Austrália, nas ruas de Adelaide. Mas uma manobra desastrada de Mansell o levou à barreira de pneus do Carrossel do circuito japonês. O Leão bateu de traseira e depois desistiu de participar da prova, dando o tri a Piquet.
Dias mais tarde, Piquet disse que o rival tinha condições de correr, mas preferiu “amarelar e fugir da raia”.



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